terça, 25 de setembro de 2018
Política
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Ministro vê libertação de políticos com fim do financiamento privado

Alexandre Kito / 07 de novembro de 2015
Foto: ALPB
O ministro destacou a importância da reforma política aprovada pelo Congresso Nacional e considerou um grande avanço o fim do financiamento de campanha pelas empresas privadas, mas criticou a proliferação de “partidos de alugueis”, sem representatividade. Ele proferiu palestra durante a quarta e última etapa das homenagens ao Sesquicentenário de nascimento do ex-presidente da República, Epitácio Pessoa.

De acordo com o ministro Benjamin, os avanços ocorreram mais numa perspectiva judicial de forçar o Poder Legislativo a se pronunciar. Ele comemorou a por proibição do financiamento privado de campanha.  Afirmando, no entanto, que a medida enfrentou grandes dificuldades, mas que em curto prazo será como um processo de libertação dos políticos, que vão estar mais perto do povo, e das próprias empresas, que muitas vezes se sentem coagidas a contribuir com um ou outro partido, ou candidato.

No que diz respeito à reforma política, o ministro criticou questões que vão desde os suplentes de senadores, estrutura do processo eleitoral, partidos políticos e a inflação das legendas, que, segundo ele, impede uma administração mais razoável do Poder Executivo. “No plano nacional, por exemplo, o presidente da República vai ter que fazer uma composição, um mosaico de partidos políticos para poder ter maioria no parlamento. Muito desses partidos são de aluguel e não tem representatividade. As legendas têm donos e donos sem ideologia, o que significa que os acordos políticos são de negociações que não envolvem exatamente os grandes interesses da nação”, explicou.

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