sexta, 27 de novembro de 2020

Eleições
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Com campanha mais curta, partidos devem partir para o contato direto com o eleitor

Alexandre Kito / 22 de novembro de 2015
Foto: Reprodução
A maioria dos líderes de partidos, ouvidos por nossa reportagem, acredita que a redução do tempo de campanha beneficia as grandes legendas, as que já são bem estabelecidas na política. Alguns consideram que a diminuição é prejudicial ao debate democrático e reforça o nome de quem já tem posição concreta na disputa. Para que não haja prejuízos no processo, os representantes das agremiações, até mesmo aquelas mais tradicionais, têm realizado plenárias e visitado bairros para criar vínculos com os eleitores.

O presidente estadual do PSDB, Ruy Carneiro, enxerga pontos positivos e negativos na mudança. Ruy Carneiro acredita que a redução dos gastos vai colaborar para que os partidos realizem a campanha, mas acha que a diminuição beneficia candidatos conhecidos do povo, o que considera uma grande desvantagem. Ele afirmou que a legenda, no Estado, vai seguir as regras impostas, mas alertou que o trabalho deve ser constante por parte dos políticos.

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Estado, Charliton Machado, explicou que a campanha com o tempo que tinha antes era melhor, pois aprofundava o diálogo programático e a agenda política. Porém, o presidente diz que a melhor estratégia para vencer está nas ruas. Charlinton alega que um partido político não pode ir ao encontro da população apenas no período eleitoral. Assim como Ruy Carneiro, concorda que a política necessita ser trabalhada cotidianamente, mas ressalta que, em conjunto com os movimentos sociais, sindicais, entre outros.

Leia a reportagem completa no jornal Correio da Paraíba

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