terça, 29 de setembro de 2020

Política
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Educação terá o maior orçamento para 2016 na Capital

Redação / 01 de outubro de 2015
Foto: Ilustração
 

Com um orçamento previsto R$ 332.603.300 milhões, a educação será a área com maior investimento no ano de 2016, em João Pessoa, de acordo com o estimado no Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA). A peça orçamentária, no valor total de R$ 2.550.411.094 bilhões começou a ser apresentada nesta quinta-feira (01) pela Câmara Municipal. O valor corresponde a um aumento de 6,06% em função do orçamento 2015 (R$ 2.404.804.821,00), uma elevação de R$ 145.606.273,00.

Além da Educação, Administração Municipal, Saúde, Planejamento Municipal e Habitação Social figuram como os maiores investimentos dentro da Administração Direta, a qual terá um total de orçamento previsto de R$ 1.415.744.789 milhões.

Serão destinados R$ 200 milhões para a Secretaria de Administração (Sead); R$ 185.500 milhões para a Secretaria Municipal de Saúde (SMS); R$ 152.039.960 milhões para a Secretaria de Planejamento (Seplan); e R$ 126.704.953 milhões para a Secretaria Municipal de Habitação (Semhab).

Quem teve maior aumento

Com relação à previsão do ano anterior, a SMS é uma das que mais aumentaram sua destinação de recursos, com um acréscimo de 12,56%. Por sua vez, a pasta da Habitação foi a única das cinco com mais recursos na Administração Direta que teve uma redução de orçamento, na ordem de 29,02%.

Na Administração Indireta, que tem previsão de orçamento total de R$ 323.529.356,00, serão destinados para a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) R$ 129.450.000,00; para o Fundo Municipal de Saúde (FMS) R$ 85.500.000,00; ao Instituto de Previdência do Município (IPM) R$ 68.029.248,00; à Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) R$ 23.850.000,00; e para a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) R$ 12.265.000,00.

Houve um aumento com relação ao orçamento previsto para 2015 na receita do FMS, que cresceu 45,51% (R$ 26.743.000,00). Entre as pastas da Administração Indireta com maior orçamento, diminuíram as receitas previstas para o IPM, aproximadamente R$ 2 milhões, e para a Funjope, que teve a maior redução, na casa dos R$ 6,5 milhões.

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