terça, 25 de junho de 2019
Política
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‘É um nome limpo’, diz Nonato Bandeira sobre João Azevedo

Francisco Varela Neto / 30 de outubro de 2017
Foto: Reprodução
O chefe de gabinete do Governo do Estado, e presidente do Partido Popular Socialista (PPS) na Paraíba, Nonato Bandeira, defendeu que o nome do secretário de Estado dos Recursos Hídricos, João Azevedo (PSB), é o que reúne mais condições para dar continuidade ao que vêm sendo feito no governo da Paraíba. No último sábado (28), o PPS reconduziu Nonato para o comando da legenda, durante eleição do novo Diretório Municipal. Na oportunidade, João Azevedo esteve presente.

"É o que tem condições de representar o que vem sendo feito na Paraíba. Primeiro pela sua trajetória. É um nome limpo. Eu não tenho dúvida que foi a melhor escolha para representar o que vem sendo feito. É o grande nome para governar a Paraíba. É um técnico experimentado mas tem condições de aglutinar as forças políticas na Paraíba", disse Nonato em entrevista à rádio Correio Sat 98/FM.

Ele acrescentou que a Paraíba precisa escolher se vai querer continuar avançando ou vai retroceder ao que era antes. "É um debate de mérito. O que foi feito nestes seis anos e meio e o que ainda se vai fazer até o final de 2018. A Paraíba quer retroceder ao que era antes ou vai querer avançar ? e João Azevedo é este nome", destacou.

Nonato Bandeira confirmou também a pré-candidatura para concorrer a uma vaga na Câmara Federal no próximo ano. "A pré-candidatura sim. Vamos nos reunir para ver os detalhes, mas acho que temos espaço para o debate de ideias. É uma possibilidade muito grande que vem se tornando realidade", afirmou.

De acordo com Nonato, sua defesa era de que o governador do Estado, Ricardo Coutinho (PSB) concorresse ao cargo de senador nas próximas eleições. No entanto, o secretário afirmou que a posição do governador é de permanecer no governo até o fim.

"Eu defendi de que ele deveria concorrer ao Senado, mas diante da realidade de que ele precisa ficar para coordenar este projeto, então essa minha posição fica totalmente superada. A decisão dele é de ficar no governo", disse. Segundo ele, o motivo não é a falta de confiança, mas pelo fato de que o governador foi eleito para ser governador.

"Pelo contrário. Existe confiança total. É um das vices governadoras que mais representou o estado. Participou de todas as plenárias do orçamento democrático. Agora o governador eleito foi Ricardo e a vice Lígia. O governador foi eleito governador. A vice-governadora tem noção exata deste papel. A primazia é do partido que está no governo. a preferência é do PSB que está no governo", explicou.




 

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