domingo, 28 de fevereiro de 2021

Política
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Após briga que quase acaba em agressão, vereadores de Santa Rita reelegem presidente

Adriana Rodrigues / 31 de maio de 2017
Foto: Divulgação
Depois de uma confusão que quase acabou em agressão física na sessão dessa terça-feira (30), os vereadores de Santa Rita reelegeram nesta quarta (31), o presidente Saulo Gustavo Santos (Podemos), que comandará a Câmara por quatro anos, ou seja, nos primeiro e segundo biênio.  A eleição para o segundo biênio havia sido realizada no dia 1º de janeiro no ato da posse dos parlamentares, que tinham escolhido Anésio Miranda (PSB) para suceder Saulo. Entretanto, um requerimento apresentado pelo vereador Bastinho do PT anulou o pleito. O argumento apresentado por Bastinho foi que Anésio teria rasurado a resolução que garantiu a eleição antecipada, alterando a quantidade de vereadores presentes na sessão que o aprovou.

Saulo Gustavo foi reeleito em chapa única para o cargo por 18 votos e uma abstenção. Além de Gustavo Santo, foram eleitos os vereadores: Joacir Raimundo de Sousa, o Josa da Galinha (PRB), como vice-presidente; Sebastião Bastos Freire (PT), 2º vice-presidente; Marcos Farias de França (PCdoB), 1º secretário; João Evangelista da Silva (PRTB), como 2º secretário; e Flávio Frederico da Costa (PSD), como 3º secretário.

Gustavo Santos agradeceu aos vereadores pela confiança em poder conduzir os trabalhos da Câmara de Santa Rita por mais dois anos, e reafirmou o compromisso em dar continuidade as ações para fortalecimento do Legislativo Municipal.

O vereador Anésio Miranda, que foi o único a não participar da nova eleição, ingressou com um Mandado de Segurança, com pedido liminar, na Justiça de Santa Rita, para assegurar sua eleição e impedir a realização da eleição marcada para esta quarta, que reconduziu o atual presidente, mas seu pedido não foi analisado em tempo hábil de impedir o novo pleito.

Anésio disse que além de surpreso com a decisão da Câmara, se sentiu traído pelo atual presidente, já que o principal articulador para que ele fosse eleito para presidir a Casa no primeiro biênio. “Recorri à Justiça contra este ato abusivo da Casa, como forma de revalidar eleição que foi realizada no dia 1º de janeiro, quando de forma consensual foram eleitas as duas mesas diretoras para atual legislatura”, comentou, afirmando que vai aguardar o julgamento do Mandado de Segurança que impetrou na Justiça para reverter o processo e garantir sua eleição.

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