sábado, 16 de janeiro de 2021

Política
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A uma semana para o retorno da Assembleia, oposição ainda não decidiu sobre líder

Rammom Monte / 25 de janeiro de 2017
Foto: Nice Almeida
 

A uma semana da volta dos trabalhos da Assembleia Legislativa, o bloco de oposição ainda não tem uma data para se reunir para definir o seu líder. Quem afirmou foi o deputado estadual, Bruno Cunha Lima (PSDB), um possível nome para assumir a liderança. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (25) no programa Correio Debate, da rádio 98FM/Correio Sat.

“Costumo dizer sempre, ninguém é líder de si próprio, não é uma decisão pessoal, toda e qualquer liderança seja política ou parlamentar, nasce fruto de um consenso e com a oposição não poderia ser diferente, o que pode dar mais pano para manga, apesar de ser uma bancada minoritária temos deputados tarimbados, que são ex-prefeitos e qualquer um que ascenda a condição de líder tem todas as condições de carregar a batuta da oposição em 2017. A questão da liderança é uma questão a ser discutida nestes próximos dais , nada oficial, nenhuma reunião marcada, todos os contados são oficiosos, cada um que se encontra, conversa”, disse.

Apesar de comentar sobre uma possível liderança da bancada, Bruno falou que antes de qualquer decisão, a oposição precisa tomar conhecimento de quantos componentes terá neste ano, após as eleições municipais em 2016.

“Primeira coisa que se tem que fazer é bater a poeira pós eleição, saem alguns, entram outros. Precisamos saber quem somos e quantos somos, depois decidir a formação do blocos. O PMDB que faz parte do blocão, não é mais base do governo, há uma probabilidade enorme do PMDB se juntar ao bloco da minoria. Precisamos aparar tudo que ficou do resultado pós-eleitoral e discutir quem somos e quantos somos, para depois discutir a questão das lideranças”, comentou.

O parlamentar ainda comentou sobre as eleições de 2018 e ficou em cima do muro na hora de opinar sobre qual seria o melhor nome para entrar na briga. Ele defende que a composição formada para o pleito de 2016 deva continuar.

“Tem um dito popular que diz que cada dia com sua agonia. Acabamos de iniciar 2017, não temos nem um mês concluído. 2018 vai ter uma pauta a partir de 2016. Esta maturidade de 2016, vigorará em 2018. Quando tivermos vários agremiações partidárias e no momento oportuno teremos a discussão. Temos grande nomes, como Cássio, Maranhão, Cartaxo e Romero. Grandes nomes fazem parte e temos 4 vagas diretas, governador, vice e dois senadores, é muita vaga. Eu acredito que sim (manter a aliança). No que depender de mim e tenha certeza do PSDB, do presidente Ruy, do senador Cássio, nós vamos continuar marchando com este grupo”, finalizou.

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