sexta, 22 de janeiro de 2021

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Praças de João Pessoa são alvos de depredações e pichações de vândalos

Aline Martins / 20 de outubro de 2017
Foto: Reprodução
Para o lazer, a diversão e a prática de exercícios físicos. Todas as essas funções podem ser realizadas nas praças em João Pessoa. No entanto, muitas são alvo de vândalos. No bairro do Rangel, a Praça da Amizade além de ter alguns equipamentos da academia quebrados, ainda há brinquedos pichados.

Já na Praça general Lanere Vanderley, inaugurada em agosto de 2015, a limpeza é feita diária. No entanto, o local já teve dois bancos roubados, segundo os moradores e os equipamentos de ginástica estão enferrujados e quebrados. Conforme o balanço da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), no final de setembro deste ano, foram gastos R$ 300 mil com a ação de vândalos. A vendedora Maria Kelly Nunes, 51 anos, disse que fazia atividade física no local, mas que desistiu após os inú- meros atos de vandalismos. Partes dos equipamentos da academia de ginástica estão quebradas, tornando inutilizados, e os brinquedos para a diversão das crianças estão pichados. “Eu estava caminhando, mas deixei. Aqui tem muito vândalo destruindo as coisas. Eu sei que a Prefeitura vem e troca, mas logo depois eles os vândalos destroem”, comentou sobre Praça da Amizade, no Rangel.

Na Praça Lauro Wanderley, em Cruz das Armas, a limpeza é sempre feita, mas a depredação é constante. De acordo com a moradora Severina Pereira Nunes, 70 anos, já roubaram dois bancos. “Tudo isso acontece de noite e ninguém vê. Só vê de manhã. Tem muito vândalo quebrando as coisas e a gente fica impedida de ter um lazer”, disse. Na praça também não tem guarda municipal. Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), João Furtado, as praças passam por manutenção constantemente, mas que são alvos de vandalismos. Ele informou que paralelamente a manutenção, a secretaria conta com o projeto “Coração de Bairro” – que é a recuperação de todas as praças de um bairro ao mesmo tempo durante um período de uma ou duas semanas – e assim até passar pelos 64 bairros. “Quando a gente termina de fazer as 200 praças tem que voltar tudo de novo porque já precisam de manutenção”, disse.

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