quinta, 21 de janeiro de 2021

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Paraíba ainda luta por um lugar ao sol

Érico Fabres / 29 de maio de 2016
Foto: Divulgação
O número de instalações de energia solar ou fotovoltaica em domicílios triplicou em 2015 no Brasil. A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou que em outubro do ano passado a geração distribuída superou a marca de 1.000 adesões de consumidores. A fonte mais utilizada pelos consumidores entre as energias renováveis é a solar com 1.074 adesões (potência instalada de 13,1 megawatts - MW), seguida da eólica com 30 instalações.

Um problema enfrentado é a cobrança de ICMS, em vigência em 12 estados, incluindo a Paraíba (um dos poucos do Nordeste), o que ainda gera um empecilho para a população. Ainda assim, de acordo com Ruth Pessoa, diretora da Brasil Ecológico, o custo mínimo para aquisição de equipamento fotovoltaico sai por R$ 9 mil para residências (uma casa popular, com 7 lâmpadas e duas tomadas) e R$ 25 mil para empresas, sendo possível recuperar o investimento em até dez anos, sendo que a vida útil do equipamento é de, no mínimo, 25 anos.

Ainda que desde o ano passado também não se cobre PIS e Cofins da energia solar no país, os valores parecem um pouco ‘salgados’, mas com as contas da energia elétrica sendo reajustadas constantemente, o investimento pode ser recuperado até antes.

Em uma residência, considerando o tempo máximo de 120 meses, os R$ 9 mil se dissolveriam em R$ 75 ao mês de energia, algo bem raro hoje em dia, a não ser em tarifas sociais. A Aneel reduziu o prazo de instalação por parte das concessionárias de energia de cada Estado de 82 para 34 dias e aumentou o tempo dos créditos nas contas de energia elétrica de 3 para 5 anos.

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