quinta, 26 de novembro de 2020

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Novo tratamento para reduzir número de partos prematuros está em análise

Agência Brasil - São Paulo / 23 de novembro de 2015
Foto: Arquivo
Um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) quer avaliar a eficácia de um novo tratamento para prevenir o parto prematuro. Os pesquisadores da instituição avaliam se a associação entre o tratamento com hormônios e um anel de silicone reduz as chances de parto prematuro entre as mulheres que tenham encurtamento do colo do útero.

Mais de 12% dos nascimentos no país ocorrem antes da gestação completar 37 semanas. Um prematuro precisa de cuidados especiais, geralmente em Unidades de Terapia Intensiva, o que aumenta em três vezes o risco de morte e sequelas futuras para sua vida adulta.

Segundo o professor responsável pela pesquisa, Rodolfo de Carvalho Pacagnella, uma das principais causas do parto prematuro espontâneo (quando não há problemas com a mãe ou o bebê), é o encurtamento do colo do útero.

Normalmente, quando isso é detectado, por meio de ultrassom, a gestante é submetida a um tratamento com progesterona, um hormônio que a mulher já produz naturalmente. Estudos recentes demostraram, no entanto, que um anel de silicone, que serve para fechar o colo, também pode ajudar a diminuir a possibilidade de um nascimento antes da hora.

As coletas de dados para o estudo começaram em julho. Em 17 centros médicos, de todas as regiões do Brasil, pesquisadores convidam grávidas para fazer a medida do colo do útero. Isso ocorre no momento que a mulher faz o ultrassom, geralmente na metade da gestação.

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