domingo, 24 de janeiro de 2021

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Gerardo Rabello celebra 30 anos de colunismo social

Angélica Lúcio / 21 de fevereiro de 2017
Foto: Divulgação
Em 1987, a União Soviética ainda existia, e as palavras Glasnot e Perestroika entravam para o vocabulário mundial com as reformas política e econômica de Mikhail Gorbachev. No Brasil, o acidente com o césio 137 vira assunto em mesa de bar e tema de trabalhos escolares. Ora se fala em Cruzado I, ora em Cruzado II, e a Casa da Moeda imprime a primeira cédula de 1.000 cruzados. Nélson Piquet conquista o tricampeonato mundial de Fórmula 1, e o país chora a morte de Carlos Drummond de Andrade, nosso poeta maior. Em fevereiro deste mesmo ano, na Paraíba, a coluna Persona, assinada pelo jovem Gerardo Rabello, estreia no segundo caderno do jornal O Momento.

Passados 30 anos, a história registra mudanças na cultura, na política e na geografia. A União Soviética não existe mais nos mapas. O brasileiro tenta pagar as contas em real. O jornalismo online já tem mais de 20 anos no país, e Gerardo Rabello acumula experiência e 30 anos de sucesso. Está presente na TV, no impresso e na plataforma digital e se transformou em uma marca consagrada no setor de entretenimento: coluna social no jornal de maior circulação na Paraíba; programa diário na Rede Correio de Televisão (RCTV); livro Sociedade Paraibana; ações como cerimonialista, produção de eventos e mailing list.

Antes de assinar a primeira coluna, porém, Gerardo já atuava com eventos, o que deu origem à sua trajetória no colunismo social. “Incrivelmente, comecei fazendo festas. Fui contratado pela empresária e mulher de sociedade Miriam Gama – uma figura incrível – para realizar festas na boate O Elite, que dominava a noite dos vips pessoenses nos anos 1980. Fiz duas festas e logo Abelardo Jurema Filho – que já pilotava prestigiada coluna em O Norte, me convidou para auxiliá-lo”, relembra.

Foram dois anos e meio de aprendizado e de um trabalho caprichoso. “Isso nos credenciou para assumir em 1987 uma coluna diária, no jornal O Momento e uma semanal, em A Carta”, explica. No início dos anos 1990, Gerardo assinou coluna no CORREIO. Depois passou por O Norte e Jornal da Paraíba. “Há três anos e meio, estou no CORREIO novamente. Muito feliz e cheio de projetos para o futuro”.

O trabalho que Gerardo vem realizando não teve inspiração em um colunista em particular, mas há influências aqui e ali. “Não digo que me inspirei em ninguém especialmente. Quando comecei, apareci muito contaminado por Jurema Filho. Gostava da desenvoltura de Heitor Falcão. Lia muito Zózimo Barroso do Amaral, adorava (e continuo) os textos de Danuza Leão”. Sofri influência de João Alberto Sobral”, comenta.

E acrescenta: “Nos meus textos, vejo todos eles, mas teve um profissional que me influenciou muito e nem ele mesmo sabe: Petrônio Souto. Nos primeiros anos, em O Momento, fazia a coluna na redação e tinha, todas as manhãs, ele ao lado, fazendo uma coluna política. Ele ria o tempo inteiro, fazia humor misturado com ironia e, nesse contato, consegui também aderir a esse estilo. Aprendi com Petrônio que deveria dar molho ao texto”, diz Gerardo, reconhecendo o trabalho e a admiração que tem pelo colega de imprensa.

Inovar. Para Gerardo Rabello, que assina coluna social no CORREIO desde 2013, quem trabalha com comunicação tem sempre que estar preocupado em se renovar. “É necessário se colocar no mercado de forma cada vez mais criativa, com novidades, para atender padrões e exigência maiores, procurando fazer o melhor, mais bonito, fazendo também uma reengenharia na equipe para que ela renda cada vez mais”, comenta Gerardo.

Na RCTV, o programa Gerardo Rabello faz cobertura dos eventos sociais, culturais e corporativos da sociedade paraibana, levando ao público matérias leves, entrevistas em estúdio e uma variedade de informações sobre o universo do luxo e do glamour.

Gerardo Rabello está na internet desde 2007, quando estreou um site, oferecendo ao público informações sobre lazer, entretenimento e a movimentação social das principais personalidades do estado. O tempo passou, surgiram inovações e se tornou imperativo se reinventar nessa área. “Eu precisava me adequar aos novos tempos de mídia. A gente vê que não tem quem não consiga enxergar isso: a web é um novo campo para interações sociais e também para negócios, por isso é importante a gente estar pronto para surfar nesse universo”, explica Gerardo.

O colunista também destaca a importância dos anunciantes, que sempre o acompanham em seus projetos. “Eu sempre gosto de agradecer muito a presença deles porque são apostas, em geral, no escuro. Nem sempre eles conseguem assimilar o que está sendo apresentado como produto ali para eles apostarem, mas eles apostam. E confiam muito mais pela pessoa, o profissional que está envolvido. Sempre levam em consideração a marca Gerardo: 'Se é Gerardo Rabello, é bom', sempre comentam. Eles sabem que Gerardo faz e realiza o que promete ”, reforça.

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