segunda, 20 de maio de 2019
Estilo
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Coleção da Grife Natália Pessoa traz tendências para o inverno de 2018

Clóvis Roberto / 04 de outubro de 2017
Foto: Divulgação / Natália Pessoa
A roupa que vai vestir a mulher brasileira em 2018 é tropical, sensual, mas sem deixar de ser sofisticada. É assim a proposta da Grife Natália Pessoa. A coleção é inspirada nas paisagens tropicais da costa brasileira e foi apresentada nessa terça-feira (3), primeiro dia de desfiles do Minas Trend, evento promovido pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Feimg),  começou na segunda-feira e prossegue até a sexta-feira (6) no Expominas, em Belo Horizonte.

A paleta de cores usa como base o vermelho e o preto, que dialogam com tons terrosos, bordô, azul, azul claro, rosa chiclete. As matérias usadas nas roupas passam pelos fios opacos, paetês nos bordados manuais, vinil no tricô. A inspiração do litoral brasileiro teve como ponto de partida as obras de arte de Tom Veiga, que trabalha com as paisagens litorâneas.

Os cortes dos looks são clássicos. Mas a mulher mantém a sensualidade brasileira, que se expressa ora com a barriguinha à mostra, ora com saias curtas que mostram parte das pernas, ora expondo os ombros, ou tão somente mostrando a silhueta feminina sob o tecido. Tudo com classe, estilo, elegância. Natália Pessoa pensa um inverno cheio de mar e flora litorânea, onde o Sol não desaparece totalmente, numa viagem que transpira brasilidade.

Molet propõe coleção moderna e sem ser descartável               

Roupas com cortes modernos, material futurista, uma paleta de cores centrada no cinza, branco e tons de vermelho vivo. É assim que a Grife Molett apresentou seu desfile no Minas  Trend nesta terça-feira. Batizada de 404, a coleção traz roupas com cortes sóbrios, os materiais usados buscam romper com o tradicional e os modelos indicam o uso por mais tempo, sem ser descartável a cada nova temporada.

A Molett utiliza o plástico e tecido pensando um uso mais prolongado, quebrando o descartável. A coleção mergulha no moderno para quebrar a dureza do mundo atual. Os cortes não são retilíneos, surgem de maneira despojada. Apesar disso, os looks não deixam de ser leves se comparados à coleção anterior da marca.

A marca mergulha no século XXI. Os moldes são novos, versáteis, propondo avançar, encontrar harmonia e, no caso das roupas, conforto. O bom, velho e usual moletom tem destaque e surge dublado em finas camadas de plástico, com novas texturas e reflexos.


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