quinta, 24 de setembro de 2020

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Em sua primeira atuação no NE, técnico do Treze relata dificuldade com os gramados secos

Geovanna Teixeira / 04 de dezembro de 2016
Foto: ANTÔNIO RONALDO
O Brasil é um país com dimensão continental e por isso as condições climáticas de uma região para a outra podem ser completamente diferentes. Em sua primeira atuação no Nordeste, e sem poder treinar no Estádio Presidente Vargas, o treinador do Treze, Leocir Dall’Astra, confessa que vem enfrentando dificuldades em relação aos gramados secos, devido à falta de chuvas.

A seca que assola a região Nordeste vem deixando diversas marcas em todos os setores e o futebol não ficaria de fora. Em conseqüência à ausência de chuvas, os gramados estão cada vez mais secos e exigindo mais caminhões pipa para se manterem de forma razoável, longe da ideal.

Além do treinador, alguns jogadores que nunca atuaram no Nordeste estão tendo contato pela primeira vez com gramado e clima secos, já que quase todos atuavam na região Sul do Brasil, onde as chuvas são frequentes e o clima é úmido em sua maioria.

Eu nunca passei por essa dificuldade, já que onde eu trabalhava era uma região que sempre chovia, tinha muita umidade, lá sempre tem campos bons para treinar, então essa já é mais uma dificuldade. Além de montar uma equipe do início em um estado novo, muitos atletas também estão pela primeira vez trabalhando aqui, mas tenho certeza que os atletas têm um perfil que vão se encaixar no Campeonato Paraibano, são jogadores que se entregam de verdade, guerreiros e por isso confio muito neles”, contou.

A reforma no gramado do Estádio Presidente Vargas é a razão para que o Galo da Borborema venha treinando em diferentes campos na região de Campina Grande. A expectativa é que apenas no início de janeiro os treinos comecem a acontecer no bairro do São José.

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