terça, 24 de novembro de 2020

Esportes
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Dia do Profissinal de Educação Física: A orientação certa faz toda a diferença

Assessoria / 01 de setembro de 2016
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Neste dia 1º de setembro comemora-se em todo o Brasil, o Dia do Profissional de Educação Física. Com os excelentes resultados dos atletas brasileiros nas Olimpíadas Rio 2016 ficou ainda mais evidente a importância deste profissional, não apenas para a obtenção de uma boa qualidade de vida, mas até mesmo para os atletas de alto desempenho. Isso porque das sete medalhas de ouro conquistas pelos brasileiros, em quatro delas os treinadores são Profissionais de Educação Física Registrados. São eles: Rogério Micale (CREF 011177-G/SC) técnico da seleção masculina de futebol; Leandro Brachola (CREF 001122-G/ES) técnico dos jogadores de vôlei de praia Alison e Bruno; Geraldo Bernardes (CREF 001356-G/RJ), técnico da judoca Rafaela Silva (foto) e Bernardinho (CREF 010519 –P/RJ) técnico da seleção masculina de vôlei de quadra.

A certeza de que orientação certa faz toda a diferença não se limita aos treinadores dos atletas de ouro. Os valores por trás do trabalho do Profissional de Educação Física estendem-se a todos que os buscam ao longo da vida e são exemplos  a serem seguidos, como o fazem a judoca Rafaela Silva que aproveitou todo o conhecimento de Geraldo Bernardes para se tornar a primeira campeã mundial de judô no Brasil e atualmente é estudante de Educação Física.

Além da Rafaela, Arthur Zanetti conquistou a primeira medalha de ouro olímpica do país na ginástica sendo treinado por Marcos Goto (CREF 005524-G/SP), desde seus nove anos de idade e atualmente é licenciado e continua estudando com o objetivo de obter o diploma de bacharel, ambos em Educação Física. Os dois acreditam na educação e estão investindo num futuro como Profissionais de Educação Física.

O ginasta destaca a importância dos atletas pensarem no seu futuro profissional. “Acho extremamente importante um atleta fazer uma faculdade. Uma hora ele vai ter que se aposentar e tem vezes que isso é muito cedo. Além de trazer coisas legais da faculdade para o ginásio e do ginásio para a faculdade. E isso acaba tendo uma interação fantástica”, afirmou.

E, se o esporte pode construir campeões em suas modalidades, imagina o que ele pode fazer na vida pessoal de cada um desses atletas. Da menina que não queria estudar e vivia brigando na rua, nasceu a medalhista olímpica e estudante de Educação Física, Rafaela Silva. “A vida de atleta é muito curta e, como é preciso ter alguma coisa a mais, aconselho todos a terem uma formação”, recomenda nossa judoca de ouro.

É importante destacar que tem muitos jovens pensando como nossos medalhistas. Para se ter uma ideia, a última edição do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), processo seletivo de estudantes para universidades públicas utilizando as notas do Enem, recebeu 2,7 milhões de inscrições de todo o país. Deste total, mais de 200 mil alunos optaram pela Educação Física, a quinta opção mais procurada entre os candidatos.

 

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