quarta, 25 de novembro de 2020

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‘Dead pool’ abre temporada 2016 para os filmes de super-herói

André Luiz Maia / 11 de fevereiro de 2016
Foto: Divulgação
Diferente do “politicamente correto” Capitão América, que chegou a recriminar o Homem de Ferro logo no início de Vingadores – A Era de Ultron por falar um palavrão, aqui a boca suja está liberada. Deadpool, o anti-herói nada convencional do universo Marvel, chega aos cinemas de todo o Brasil a partir de hoje, já com boas avaliações e muita expectativa.

Apresentando uma nova história para o público que não está habituado a ler quadrinhos, Deadpool é centrado na figura do ex-agente das Forças Especiais e agora mercenário Wade Wilson (Ryan Reynolds), que ganha a vida como uma espécie de “guarda-costas” de garotas adolescentes perseguidas por stalkers. Em meio a isso, com seu humor ácido e sem nenhum filtro, Wade conhece e se apaixona pela prostituta Vanessa Carlysle (interpretada pela brasileira Morena Baccarin).

Depois de um desmaio, é diagnosticado com um câncer generalizado em estágio terminal. À procura da cura, decide embarcar em um projeto experimental misterioso, que realmente o livra da doença, mas como efeitos colaterais têm seu rosto completamente desfigurado, além de ganhar super-poderes.

A produção ganhou destaque na internet por conta do marketing atrevido e irreverente: outdoors que fingiam que o filme é uma comédia romântica, pichações nos posters de Batman vs. Superman (da rival DC), o personagem fazendo coraçõezinhos ou pose de pin-up...

Além disso, os teasers e trailers revelaram cenas de ação de encher os olhos, violência gratuita e um humor mais pesado do que é habitualmente visto nas adaptações cinematográficas da Marvel. Foi um alívio para os fãs de Deadpool, que só tiveram a oportunidade de vê-lo em uma rápida e frustrante aparição no X-Men – Origens: Wolverine (2009) e temiam que o personagem fosse “suavizado” para atingir uma audiência maior.

Nos Estados Unidos, a Motion Pictures Association of America (MPAA), que determina a classificação indicativa dos filmes por lá, classificou Deadpool com o Rated R, o mais restritivo dos selos, proibido para menores de 17 anos, alegando “excesso de violência, linguagem inapropriada, conteúdo sexual e nudez gráfica”. No Brasil, é recomendado para menores de 16 anos.

Leia  mais no Jornal Correio da Paraíba.

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