quinta, 26 de novembro de 2020

Concurso
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Trabalhar no exterior oferece a chance de se adquirir novos conhecimentos

Redação / 07 de agosto de 2016
Foto: Divulgação
Morar fora do país, mais que isso, fazer uma carreira profissional no exterior. É um sonho de muitas pessoas. Carreiras internacionais podem em um primeiro momento parecer um sonho ou pretensão distância, impossível e acessível apenas a quem tem já garantida uma estabilidade profissional, financeira, e, educacional.

As carreiras internacionais, onde podem se destacar os concursos para equipe de apoio (nível médio) e concursos para nível superior em qualquer área de formação, inclusive os tecnólogos, já que estes tem valor de curso de graduação, ocorrem todos os anos, e, exigem menos disciplinas que os concursos relacionados à funções estaduais, municipais, ou, federais.

Os candidatos a seguir carreiras fora do país precisam de uma série de conhecimentos espefícicos.Geografia, política internacional, história, português, e, entre outras disciplinas, o inglês.

Dominar o idioma inglês não deve ser encarado como privilégio de poucos. Ao contrário, o Centro de Línguas do estado tem excelentes professores, horários diversos para quem trabalha, e, investimento baixíssimo, acessível portanto a todos.

“O candidato a uma carreira internacional deve ter o foco nos estudos como qualquer concurseiro. Precisa ter um planejamento de estudo, pesquisar as carreiras que está buscando”, frisa Isabelle Serrano

As oportunidades fora do país são muitas. As Nações Unidas, por exemplo, atuam em vários países com funcionários civis. São desde engenheiros, administrapassando por pedágogos, médicos e assistentes sociais. A ONU costuma abrir vagas para contrtatação de profissionais efetivos ou estagiários.

Um outro caminho para trabalhar fora do país pode ser através da carreira de dipomata. O Brasil mantém embaixadas e consulados em 194 países espalhados pelo mundo que necessitam de pessoal qualificado, além de pessoal ligado a entidades como ONU, Organização de Estados Americanos (OEA). É através do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, que ocorrem esses processos seletivos.

Trabalhar no exterior representa conhecer outras culturas, adquirir novos conhecimentos.

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