quarta, 02 de dezembro de 2020

Concurso
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Polêmica em concurso: empresa vai recorrer contra suspensão de certame

Érico Fabres / 28 de julho de 2016
Foto: infográfico Correio
Na segunda-feira, a prefeitura de Caaporã divulgou nota afirmando que o concurso público para preenchimento de 125 vagas foi suspenso a pedido da Justiça Estadual, que argumentou que a empresa organizadora do certame estaria envolvida em suspeitas de fraudes em processos seletivos de outras prefeituras.

Na terça-feira, a Conpass se manifestou através de sua diretora administrativo financeira, Rejane Moraes Nicolau Félix e seu sócio José Alexsandro de Albuquerque Silva, que afirmaram que as acusações são infundadas e que entrarão na Justiça para validar o certame e pedir reparação.

A diretora diz que pode rebater todas as responsabilizações à empresa imputadas, mas que em nenhum momento teve a oportunidade de conversar com o prefeito de Caaporã para fazer isso, que ele, inclusive, não atende as ligações dela. Em função disso, entrará com uma ação para provar a inocência e cobrar pelos danos causados.

“Acusaram-nos de até trocar de nome de Acaplam para Conpass para fugir de outras acusações e continuar organizando concursos, mas essa mudança foi realizada em função de duas empresas da família com nomes semelhantes, que até gerou bloqueio jurídico em outra oportunidade, e não pelas supostas fraudes, que nunca foram provadas”, conta.

Rejane diz que as notícias em blogs geraram um efeito dominó que ocasionou diversas denúncias de ministérios públicos em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba, que geraram abertura de investigações e de inquéritos, mas em nenhuma das ações a empresa foi declarada culpada e diz que pode provar.

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