terça, 25 de junho de 2019
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Aldeia Sesc tem início neste sábado com enfoque na produção de espetáculos circenses

André Luiz Maia / 14 de outubro de 2017
Foto: Divulgação
Para quem já está com saudades da Marte, a Mostra de Artes Teatrais Integradas, não precisa se preocupar. Hoje, enquanto ela se encerra, começa o Aldeia Sesc, tradicional evento promovido pela instituição que este ano enfatiza a produção de espetáculos circenses. Todos os eventos são gratuitos e sua programação se estende até o próximo sábado.

O coordenador do evento, Chico Noronha, aponta a importância dessa confluência de iniciativas acontecendo na cidade. "É ótimo que o Aldeia aconteça logo após uma mostra de dança e outra mostra grande como a Marte, mostra que temos força", afirma.

Logo na abertura, temos dois espetáculos circenses, um local e outro de um grupo convidado. A Cia. Lua Crescente apresenta Circo do Cara de Clown, enquanto o Coletivo Esquina vem de Minas Gerais com Na Esquina. "Estamos contemplando o esforço dos realizadores dessa arte. Nós percebemos o surgimento de novos criatdores e produtores nessa área, que vai no mesmo sentido das orientações da direção nacional do Sesc", pontua Chico Noronha. A ideia é que o Palco Giratório, que também está presente na programação do Aldeia, comece a abrir mais espaço para a circulação nacional de espetáculos de circo.

A dança também terá destaque. As bailarinas Joyce Barbosa e Lília Maranhão, da Paralelo Cia. de Dança, farão as performances solo Tieta e Fractal, ambas na quinta-feira.

No sábado, dia 21, mais duas performances: A Luz do Meu Êre, da Cia. Fuá de Terreiro, e Frestas, Fôlego e Pele, espetáculo de dança contemporânea do Balé Cidade de Campina Grande, com direção de Romero Mota.

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