domingo, 17 de janeiro de 2021

Esportes
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Prejuízo no campo e no bolso dos times paraibanos

Allan Hebert / 10 de fevereiro de 2017
Foto: Raniery Soares
As eliminações de Campinense e Botafogo logo na estreia da Copa do Brasil, não foi sentida apenas do lado esportivo, mas também pelo financeiro dos clubes. Se passassem para a segunda fase do torneio, cada equipe arrecadaria pelo menos mais R$ 315 mil da cota de participação. Além disso, os representantes da Paraíba ainda teriam direito a um percentual da renda dos próximos confrontos.

No caso do Campinense, não muda muita coisa em relação ao ano passado, já que a equipe também havia sido eliminada na primeira fase. A Raposa saiu da competição deste ano com R$ 286.888,00, sendo 250 mil da cota de participação e outros 36 mil, que corresponde aos 40% da renda da partida contra a Ponte Preta, no Amigão.

Já o Botafogo se despede com apenas R$ 268.900,00 em caixa. O Alvinegro da Estrela Vermelha faturou R$ 250 mil pela cota de participação na primeira fase mais R$ 18.900,00, que corresponde aos 40% da arrecadação do jogo no Estádio Colosso dos Tapajós, em Santarém. Por ter avançado, o São Francisco ficou com 60% da renda, R$ 28.470,00.

Ano passado, quando fez sua melhor participação na história da Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Palmeiras nas oitavas de final, o Botafogo faturou R$ 2,04 milhão, só com as cotas de participação. Além disso, o time faturou mais R$ 640.362,00 com as rendas dos quatro jogos que fez no Almeidão, sem falar na cota de transmissão, que o valor não foi revelado. Ao todo, o time deve ter faturado mais de R$ 3 milhões.

Se o assunto é competições rentáveis, para as duas equipes agora só resta a Copa do Nordeste, onde Botafogo e Campinense sempre vivem situações bem diferentes um do outro.

Enquanto a Raposa é a atual vice-campeã do torneio, o Belo já amarga há alguns anos a eliminação ainda na primeira fase da competição regional.

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