quinta, 06 de maio de 2021

Esportes
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A um ano das Olimpíadas, paraibanas treinam forte para competição

Raniery Soares / 13 de setembro de 2015
Foto: Divulgação
Este ano tem sido muito decisivo para o universo esportivo, principalmente para os atletas que ainda sonham com uma participação nos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Em especial, o caso das paraibanas Andressa Morais, do lançamento de disco, e Jucilene Sales de Lima, do lançamento de dardo, é complicado, já que o aproveitamento nas competições pré-olímpicas não está sendo o esperado.

O ‘alívio’ para Andressa é que desde o Troféu Brasil de Atletismo, realizado em maio, ela já conseguiu o índice para o torneio. Já Jucilene, mesmo tendo apresentado uma crescente nas últimas cinco temporadas, ela não conseguiu alcançar a marca exigida pela IAAF (Associação Internacional de Federações de Atletismo) para o Rio 2016, que é de 62m.

Em relação aos índices, Jucilene teve uma evolução considerável, se forem contados os resultados a partir de 2011, com uma pequena queda em 2015. Ela iniciou lançando 55,44m, chegando aos 62,89 em 2014, considerada a sua melhor marca até hoje. No Pan-Americano de Toronto, ela acabou ficando com a medalha de bronze, após lançar 60,42m e 59,49m no Mundial, quase na média do que a paraibana fazia em 2012, que era 57,85m.

Para Andressa, que já chegou aos 64,21m em 2012, lançou 58,08m em Toronto, ficando na sexta colocação e 59,08m no Mundial, terminando no 18º lugar. Segundo ela, o principal fator que contribuiu para este desempenho foi a quantidade de competições seguidas nesta temporada, o que acarretou em cansaço e a busca por priorizar alguns torneios.

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