sábado, 21 de julho de 2018
Lutas
Compartilhar:

Paraibano de Campina Grande vai à Tailândia aprender mais sobre muay thai

Allan Hebert / 10 de maio de 2018
Foto: Nelsina Vitorino
Tércio Cabral - Foto: Nelsina Vitorino
Apaixonado pelo Muay Thai, um paraibano está prestes a embarcar numa grande aventura em busca de mais conhecimento no universo da modalidade. O lutador Tércio Cabral, de Campina Grande, viaja hoje para Bangkok, na Tailândia, onde passará um mês aprendendo tudo com os criadores da arte marcial que vem se popularizando no Brasil.

O caminho de Tércio para conseguir chegar ao objetivo foi longo. Contando apenas com o apoio de amigos e pequenos empresários, o atleta precisou juntar uma quantia elevada, já que os custos para chegar até a Tailândia são altos. Por lá, eles ficará hospedado em um alojamento na academia em que vai treinar durante o período.

“O sonho de todo praticamente do Muay Thai é um dia ir à Tailândia, já que o país é o berço da modalidade. Eu passei dois anos me organizando, pois não é uma viagem barata, mas estou muito animado com a oportunidade. Sei que vou aprender bastante”, explicou.

Tércio tem uma academia em Campina Grande, onde ensina das técnicas aprendidas ao longo dos anos no Muay Thai para aproximadamente 70 alunos. Segundo ele, um dos motivos que o fizeram ir à Tailândia foi para passar o conhecimento que será adquirido aos seus pupilos.

“Estou indo com o objetivo de adquirir mais conhecimento para a minha equipe. Os meus alunos merecem um professor mais qualificado a cada dia. Não só os meus alunos, mas Campina Grande também ganha, já que vamos evoluir com essa experiência”, disse.

Apesar da animação com a oportunidade, Tércio sabe que vai passar por algumas dificuldades na Tailândia. As principais citadas por ele são por conta da língua local e, principalmente, pela alimentação característica no país asiático, que é bem diferente da nossa. No entanto, ele crê que vai superar tudo isso na busca pelo objetivo maior.

“Lá eles falam o tailandês e o inglês, que são duas línguas que não sei falar. A sorte é que hoje em dia com a tecnologia fica mais fácil de comunicar. Além disso, parece que dois brasileiros também estarão por lá no mesmo período. Minha preocupação maior é com a comida. A alimentação deles é totalmente diferente e não sei de vou me adaptar”, explicou.

Relacionadas