quarta, 14 de novembro de 2018
Futebol
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Wilian Simões ignora o ‘grupo da morte’

Geovanna Teixeira / 06 de outubro de 2016
Foto: Raniery Soares
Após a definição dos times que vão compor os cinco grupos da próxima edição da Copa do Nordeste, o Campinense conheceu seus adversários do Grupo A, intitulado o ‘Grupo da Morte’ por ter Náutico, Santa Cruz e uma equipe do Ceará ainda não definida.

Sem se importar com o rótulo de fazer parte da chapa mais perigosa do Nordestão, o presidente da Raposa, Wiliam Simões, adotou o discurso que é sim possível passar de fase apostando em formar um time competitivo.

Simões despreza o termo ‘grupo da morte’ e ressalta a experiência que o clube cartola tem na competição que foi vice neste ano e campeão em 2013. Para o dirigente, qualquer grupo pode ser perigoso se as equipes não estiverem preparadas, o que segundo ele não irá acontecer com o Campinense.

“Essa história de grupo da morte é uma fantasia que o povo inventou, o Campinense tem experiência e quem quer vencer monta um time competitivo. Não nos preocupamos com os concorrentes e sim em fazer a nossa parte”, falou. Um dos confrontos mais aguardado pelos torcedores será a reedição da final da deste ano, entre Campinense e Santa Cruz, onde o time pernambucano levou a melhor na casa da Raposa. As equipes irão se encontrar em duas ocasiões e, para o dirigente rubro-negro, não será em clima de revanche.

“Não existe revanche, vamos fazer dois grandes jogos, que já é um clássico do futebol do nordestino”, contou.

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