segunda, 20 de maio de 2019
Campinense
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Confiante e com o ‘mesmo time’, William Simões confirma candidatura à reeleição

Renata Fabrício / 09 de novembro de 2017
Foto: Chico Martins
wCG Inscrição de chapa encabeçada por William Simões - 091117CM28
O processo eleitoral para a nova mesa diretora do Campinense Clube é o grande assunto da semana. Na tarde de ontem, uma hora antes de finalizar o prazo, o atual presidente William Simões registrou sua chapa e mostrou que vai manter praticamente os mesmos nomes da atual gestão, mudando apenas a diretoria de Patrimônio de Chico Moura para José Trajano, até então presidente do Conselho Deliberativo do clube.

Mesmo com o registro da oposição, Simões acredita que vencerá o pleito e prometeu que o processo não vai prejudicar a montagem do novo elenco. “Eu sou o presidente atual e os trabalhos continuam. Sou presidente até 31 de dezembro. Serei presidente, se Deus quiser, por mais dois anos e a montagem do elenco para 2018 está quase pronta, faltando apenas uma peça na lateral esquerda. Devemos fechar até a próxima semana. A pré-temporada começa dia 27 e só falta definir o local da apresentação do elenco e do novo material esportivo”, disse.

Tensão

Durante a assinatura da chapa, foi revelada a imprensa certa tensão entre a Comissão Eleitoral e a chapa de oposição. O presidente da Comissão, Eder Medeiros, disse que uma “falsa ocorrência policial” foi criada para levar à Polícia Militar até o clube com a intenção de intimidar o processo.

“Marcamos um horário para protocolar a inscrição e ele (Gonzaga) não apareceu. Queria que mandássemos fichas pelo motorista e eu disse que não faria isso nem para uma parte nem para outra. Quando ia saindo do clube, uma guarnição da Polícia Militar estava na porta. Fui diretamente para o quartel do 2º e o major Damasceno informou que uma ocorrência foi feita ao Ciop dizendo que estava havendo uma briga dentro do Campinense. A PM foi provocada de forma errada. Tiraram a Polícia, que deveria estar na rua com a população, criando inverdades. Somos pessoas responsáveis com o clube e com os sócios. E é preciso ficar claro que quem ganhar no voto é quem vai levar a eleição”, contou Medeiros.

O diretor da Comissão Jurídica, Paulo de Tarso, disse que a oposição está tentando judicializar o processo e utilizando ferramentas erradas para convencer o torcedor. “Eu lamento que a justiça, com as responsabilidades que possui, tenha sido usada em vão, porque foi garantido que ele teria direito a inscrever sua chapa. A justiça foi utilizada de forma desnecessária e é o que se chama de desserviço à democracia e ao raposeiro. Aqui não existe nenhum Eurico (Miranda, presidente do Vasco) que ganha eleições com defuntos votantes. Aqui é um clube sério”, desabafou.

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