sábado, 27 de fevereiro de 2021

Botafogo
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Com baixas na zaga, Botafogo-PB deve promover a estreia de Jonas

Amauri Aquino / 16 de agosto de 2017
Foto: Nádya Araújo/Botafogo-PB
webZagueiro Jonas - Ascom_Botafogo-PB
O Botafogo tem um desfalque de peso para o confronto do próximo domingo, às 18h, contra o Remo, em Belém (PA). O zagueiro e capitão da equipe, Plínio está suspenso e não joga. Em sexto lugar no Grupo A com 14 pontos, o time precisa vencer para se manter vivo na briga por uma vaga no G4 da Série C do Campeonato Brasileiro.

Sem precisar esconder o jogo, o técnico Ademir Fonseca tem muitas opções se quiser alterar a formação tática dos últimos jogos, o esquema 4-4-2. Assim, o provável companheiro de André Santos na zaga do Belo deve sair da disputa do jovem Walber ou, o gaúcho Jonas.

“É uma responsabilidade grande em substituir o Plínio, mesmo eu não tendo certeza se serei o escolhido para assumir a vaga. Mas estou preparado para corresponder”, comentou o zagueiro Jonas.

Se quiser ter uma alternativa e deixar a equipe mais ofensiva, seria preciso recuar Cleyton para a função de segundo volante e escalar mais um atacante de velocidade, nesse caso Fernandinho passaria a ser a primeira opção.

Em compensação, Fonseca vai poder contar com o retorno de Djavan, que já provou nos treinamentos que está 100% recuperado. E à vontade na coletiva, o volante garantiu que não quer ficar de fora da partida. “Minha recuperação foi boa e agora só penso no duelo contra Remo. Voltei aos treinos desde o último sábado e já estou pronto para entrar em campo e ajudar os meus companheiros”, disse o camisa 7.

Outra novidade estará no banco de reservas, pelo terceiro jogo consecutivo e após longa ausência, devido a uma lesão no joelho esquerdo. O lateral-esquerdo Carlos Renato está completamente recuperado e pode ser mais uma opção para a segunda etapa.

Provável time titular

No treino da tarde desta quarta-feira (16), Ademir esboçou o que provavelmente será a equipe titular para encarar o Azulão do Norte, no domingo. Antes, na primeira parte da atividade, o comandante dividiu o elenco em três grupos. Os atletas com coletes na cor verde (ataque) e laranja (defesa), fizeram uma espécie de rachão, onde a equipe de ataque utilizava os jogadores das pontas – vestidos de azul, para receber os cruzamentos.

Após 25 minutos de disputa no campo principal da Maravilha, o treinador juntou o elenco no meio de campo e bateu um rápido papo com o grupo. A conversa durou pouco tempo, mas suficiente para Fonseca alterar o formato da atividade.

Utilizando apenas metade do terreno, subdividiu os comandados em duas equipes, e com apenas sete jogadores de linha em cada, Ademir escalou a equipe titular da seguinte forma: Michel Alves, Lito, André Santos, Jonas e Fernandes; Djavan, Magno e Roger. Cleyton, Dico e Rafael Oliveira treinaram finalização.

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