sábado, 20 de outubro de 2018
Auto Esporte
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Presidente do Auto acusa árbitro de ter sacado uma arma

Allan Hebert / 09 de março de 2018
Foto: RAFAEL PASSOS
A primeira rodada do quadrangular da morte do Campeonato Paraibano já começou com uma polêmica envolvendo o presidente do Auto Esporte, Watteau Rodrigues, e o árbitro Renan Roberto, que apitou o empate em 1 a 1 entre o Time do Povo e o Atlético de Cajazeiras, na última quarta-feira, no Almeidão. Segundo o cartola alvirrubro, Renan teria sacado uma arma e apontado contra ele ao final da partida. O profissional de arbitragem negou a acusação.

O Auto Esporte se posicionou sobre caso ontem de manhã, em uma nota oficial postada através das redes sociais do clube. De acordo com o texto do documento, Watteau Rodrigues teria sido ameaçado por Renan Roberto, que além de árbitro é policial militar, ao questioná-lo sobre supostos três erros cometidos durante a partida válida pelo certame estadual. O clube considera a atitude do profissional como “irresponsável e criminosa”.

Segundo a nota, o fato teria ocorrido após a partida e teria sido presenciado por outros cartolas e funcionários do Auto Esporte. Após o episódio, o Time do Povo agora cobra das autoridades a investigação do caso e solicita uma punição o árbitro, em várias esferas.

Assim como o Auto Esporte, Renan Roberto também se posicionou sobre o assunto através de uma nota oficial. O árbitro da CBF negou que tenha apontado uma arma de fogo e relatou como teria sido abordado por Watteau: “Vou fazer de tudo para te prejudicar, seu bandido. Você foi comprado e veio premeditado para nos prejudicar”, diz em trecho do documento.

Renan confirmou também que, logo após a partida, na madrugada desta quinta-feira, registrou uma notícia-crime na Central de Flagrantes de João Pessoa narrando o ocorrido na saída do Almeidão.

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