quinta, 15 de abril de 2021

Futebol
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Raposa segue confiante para a semifinal após derrota contra o Treze

Lídice Pegado / 29 de março de 2019
Foto: Divulgação
O Campinense perdeu na última rodada da primeira fase do Campeonato Paraibano para seu maior rival, o Treze, mas o clima é de confiança para o primeiro jogo da semifinal contra o Atlético de Cajazeiras, que será daqui a apenas três dias. O jogo de ida será no estádio Amigão e a decisão será no Perpetão. Por isso, é importante para o Rubro-negro levar para lá uma vitória de vantagem, de preferência com um largo saldo de gols.

Ocupando o segundo lugar do Grupo B ao final da primeira fase com 17 pontos, a Raposa conseguiu obter cinco vitórias, dois empates e três derrotas, somando 56,6% de aproveitamento. Por isso, quem ficou para decidir a semifinal em casa foi o primeiro lugar do grupo, o Atlético de Cajazeiras, que tem 22 pontos.

Apesar de ter duas derrotas consecutivas nas duas últimas rodadas da fase – contra o Botafogo e o Treze – o elenco do Campinense está entusiasmado e confiante de que conseguirão ultrapassar o adversário e seguir rumo à final. O goleiro Wagner Coradin disse que os dois tropeços não assustam, porque o grupo conhece a qualidade que o elenco tem.

“Foram duas derrotas, mas foram em dois clássicos. Esse tipo de confronto é difícil de prever se vamos ganhar ou perder. Estamos tranquilos e confiantes para irmos às semifinais. Isso não nos assusta. Sabemos a qualidade do nosso grupo, sabemos que somos capazes e onde queremos chegar”, comentou o arqueiro rubro-negro.

Fora de campo. O revés do Campinense na última quarta-feira não foi somente em campo. Os problemas extracampo também surgiram dentro do estádio Amigão, quando oficiais de justiça e a Polícia Federal chegaram ao local para penhorar toda a renda do clássico. A tomada dos recursos foi para o pagamento de dívidas trabalhistas que o clube tem referentes ao ano de 2007 e 2008. O presidente Antonino disse que esse não foi um problema da gestão dele e que não foi comunicado sobre esse processo.

“Esses processos trabalhistas vinham se arrastando na justiça há mais de dez anos. De repente, chegaram os oficiais e a Polícia Federal e levaram toda a renda. Não tínhamos consciência de que esse processo estava rolando e nem de qual é o tamanho da dívida do clube nesse processo”, disse Antonino.

A renda do público do último clássico foi de R$ 87.830,W00, de acordo com divulgação do diretor da Federação Paraibana de Futebol, Otamar Almeida.

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