quinta, 27 de junho de 2019
Futebol
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Fora de casa, Campinense estreia na Série D

Lídice Pegado / 05 de maio de 2019
Foto: Samy oliveira / Campinense
Há oito anos sem sair da Série D, o Campinense iniciará hoje mais uma saga em busca do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro, feito que o Rubro-negro quase conseguiu ano passado, mas esbarrou em uma cobrança de pênalti no segundo jogo da decisão contra o Ferroviário-CE. O primeiro adversário desse ano será o Vitória das Tabocas/PE, e o jogo acontecerá na Arena Pernambuco, em Recife, às 16h.

No Campeonato Pernambucano deste ano, o adversário terminou em sétimo lugar dentre os dez times que estavam na competição e conseguiu se manter na elite. O Vitória participou cinco vezes da Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro (quando não existia Quarta Divisão), mas desde 2006 estava sem série. Esse ano, o time estreará na sua primeira temporada da Série D.

Apesar de ser um time desconhecido, os jogadores do Campinense estão indo até Recife preparados para um grande jogo, tendo em vista que não se sabe o nível de dificuldade que a Raposa encontrará dentro de campo. O meia Vítor Maranhão disse que o jogo tende a ser difícil por desconhecer totalmente o adversário, mas que é possível trazer a vitória se jogar com cautela.

“Precisamos propor nosso jogo lá. O time é desconhecido e não temos muitas informações dele, mas acredito que se a gente manter o ritmo do jogo como foi contra o Náutico, propondo o jogo com bastante movimentação e organização tática, a gente tem como ter um resultado positivo, apesar de jogar fora de casa. É uma questão de cautela. Qualidade eu sei que temos”, disse Vítor.

Desde que encerrou o Campeonato Paraibano, oito novos nomes chegaram para reforçar o Campinense e, no primeiro jogo da sequência, já se sentiu uma diferença considerável no nível do elenco do Rubro-negro. Pelo menos, é o que afirma o volante Ferreira, que jogou contra a Raposa durante o certame estadual e agora defende a camisa do time.

“Apesar dos poucos dias que estou aqui, vejo o Campinense melhor. Eu joguei contra e conheci o nível do time mesmo estando do outro lado. Hoje vejo o time melhor, com mais força de vontade, mais raça, mais união e é uma família. É isso o que tem fortalecido nosso grupo”, comentou o volante.

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