quinta, 24 de janeiro de 2019
Futebol
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Comandante da Raposa, técnico Francisco Diá nunca perdeu par ao Treze

Lídice Pegado / 13 de dezembro de 2018
Foto: Antonio Ronaldo
Bicampeão paraibano (2015 e 2016), vice-campeão do Nordeste (2016) e sem nunca ter perdido uma partida para o Treze, o técnico Francisco Diá está prestes a enfrentar mais uma vez o Galo da Borborema, sob o comando do Campinense. Desta vez o compromisso será na inauguração do gramado do estádio Amigão, programado para o dia 19 de dezembro. Além de vencer, o objetivo do comandante rubro-negro é manter a invencibilidade.

Na história recente do Clássico dos Maiorais, o Treze passou quatro longos anos sendo freguês do Campinense. Desses, dois foram com a Raposa sob o comando de Francisco Diá. A invencibilidade só veio ser quebrada em 27 de janeiro deste ano.

Durante a primeira passagem do técnico pelo CT da Bela Vista foram realizados 51 jogos, com 24 vitórias. Ao bom resultado, Diá atribui o fato de ter montado um elenco forte no primeiro ano e, no segundo ano, ter permanecido com boa parte do time base, já entrosado e com qualidade.

“Esse ano, essa vantagem é do Treze. Eles têm um elenco muito bom e com boa parte remanescente do time do acesso. O time do Campinense é uma incógnita, pois diferente da outra vez, estamos trabalhando com um grupo 100% novo, mas por ter uma boa qualidade, não é impossível vencer”, disse.

O seu trabalho está sendo realizado para manter a invencibilidade em cima do Galo, mas com bastante respeito ao adversário.“Já tive a oportunidade de enfrentar o Treze por várias vezes e nunca perdi, mas agora a situação é completamente diferente dos outros anos. Entraremos em campo para vencer, mas futebol é imprevisível e tudo pode acontecer”, comentou.

Ele ainda mencionou que, apesar do time entrar em campo para vencer, ele aproveitará o amistoso para analisar o máximo possível do novo grupo e começar a corrigir os erros, de modo que eles não voltem a se repetir quando a Raposa entrar em campo valendo pelos três competições que disputará na temporada de 2019.

“Mesmo sendo um amistoso, o torcedor não quer ver moleza e não vai ter. Mas, como não temos restrições e nem limites para substituições, vou procurar fazê-las ao máximo para poder extrair os melhores e que serão nossos titulares. A hora de corrigir os erros é agora, porque não queremos erros do dia 12 de janeiro em diante”, concluiu Diá.

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