sexta, 18 de setembro de 2020

Futebol
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Agora é no STJD: entidade julga denúncia contra o Campinense e FPF

Franco Ferreira e Geovanna Teixeira / 14 de maio de 2016
Foto: Divulgação
ampeonato Paraibano está parado. É que, atendendo recurso do Treze, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Caio Cesar Rocha, suspendeu mais uma fez as partidas entre Campinse e CSP, pela fase semifinal do Campeonato Paraibano e assume o julgamento do mandado de garatia formulado pelo Galo da Borborema, contra a Federação Paraibana de Futebol e Campinense. O processo será julgado na próxima quinta-feira, às 10h, no STJD, no Rio de Janeiro. O advogado do Treze, George Ramalho explicou que, “o Treze entrou com um pedido no STJD em razão da atitude da FPF em marcar um jogo antes de ser concluído o julgamento do processo pelo TJD ao mesmo tempo em que descumpriu decisão do STJD”.

Continuando o defensor alvinegro afirmou que “de forma bastante lúcida e ponderada o presidente do STJD solicitou o processo para julgar em razão dos tumultos provocados pela FPF e pelo presidente do TJD ao longo do processo”. O Treze acusa o Campinense de irregularidade e a FPF de não tomar providência. A posição o presidente do STJD chega a considerar a decisão da Federação “suspeita”. Ele critica a rapidez que a Entidade marcou o jogo, entre Campinense x CSP, antes mesmo do encerramento do julgmento.

Acrescenta ainda, Caio Cesar Rocha, que a gestão da Federação Paraibana descobriu o Estatuto do Torcedor. Com isso, ele afirma que não tem como se assegurar neutralidade para o presente processo ser julgado no Pleno do TJD-PB.

Por isso, o STJD resolveu suspender as partidas da semifinal do Campeonato Paraibano 2016, até nova deliberação do Pleno do STJD e pediu os autos do processo original para que “seja julgado em definitivo e em ambiente neutro, sem as paixões e açodamentos que o caso tem sido tratado no ambiente do TJD da Paraíba”.

Diá lamenta paralisação

Chateado com a longa paralisação do Campeonato Paraibano, o treinador do Campinense, Francisco Diá, salienta que a intertemporada forçada só trouxe prejuízos para a equipe. O técnico segue orientando os treinos do plantel rubro-negro enquanto não se tem definição do futuro do certame e enquanto isso contabiliza estragos como a perca do ritmo de jogo dos atletas.

O treinador lamenta que neste período sem partidas a equipe acaba perdendo o ritmo de jogo que tinha adquirido ao disputar de três competições simultaneamente. Diá ainda lamenta o fato de ter poupado jogadores titulares para encarar o Cruzeiro pela Copa do Brasil, pensando na semifinal contra o CSP que ocorreria três dias depois do jogo em Minas. Para Francisco Diá o resultado poderia ser outro e, consequentemente, a Raposa poderia ainda estar na competição.

Com a aproximação do início do Campeonato Brasileiro, Diá destaca que não tem adversários para disputar pelo menos um amistoso durante a paralisação do Campeonato Paraibano. Para ele seria muito boa uma atividade como essa para dar continuidade ao ritmo de jogo do elenco, mas realça que seria impossível encontrar uma equipe disposta ao jogo amistoso.

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