quarta, 23 de setembro de 2020

Turismo
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Procura por pacotes nacionais tem crescimento de 60% e réveillon pode custar até R$ 16,8 mil

Celina Modesto / 13 de novembro de 2016
Foto: DIVULGAÇÃO/MSC
Pular sete ondas, comer lentilhas e romã numa ceia tradicional, ver os fogos de artifício em alto mar ou aproveitar as festas particulares com bebidas e comidas à vontade: as comemorações de réveillon disponíveis abarcam todos os gostos e bolsos. Numa pesquisa realizada pela reportagem, verificou-se que é possível comemorar a virada do ano com pacotes que custam desde R$ 1,2 mil até R$ 16,8 mil, dependendo do tipo de festa, localidade e serviços ofertados. Os preços de alguns pacotes são os mesmos dos praticados no ano passado.

Uma pesquisa do site Skyscanner, um buscador gratuito de passagens aéreas, hospedagem e aluguel de carros, apontou que a segunda semana de novembro, ou seja, até hoje, é o melhor momento para reservar voos domésticos. As passagens de uma viagem nacional ficam até 12% mais baratas nesse período. Esperar até o próximo mês, no entanto, pode não ser uma boa ideia: na primeira semana de dezembro - do dia 05 ao dia 12 - as passagens aéreas nacionais aumentam em média 7%, enquanto as internacionais ficam até 22% mais caras.

Entretanto, o presidente da associação, Edmar Bull, percebeu uma mudança no comportamento de quem vai viajar este ano entre o Natal e as férias de janeiro.

“Considerando que a venda dos pacotes das operadoras totaliza, em média, cerca de R$ 10 bilhões a 12 bilhões por ano, e que o período das férias de verão concentra cerca de 40% da movimentação anual, prevemos que as viagens no final do ano totalizem cerca de R$ 220 milhões”, contabilizou o presidente da Abav.

“Tradicionalmente, 60% das procuras neste período eram para viagens internacionais. Atualmente, há uma inversão. Ou seja, 60% das procuras são para as viagens domésticas”, afirmou. Bull também fez uma estimativa do quanto as viagens do período deverão movimentar em termos financeiros. Cerca de 40% da movimentação anual, prevemos que as viagens no final do ano totalizem cerca de R$ 220 milhões”, contabilizou o presidente da Abav.

“Tradicionalmente, 60% das procuras neste período eram para viagens internacionais. Atualmente, há uma inversão. Ou seja, 60% das procuras são para as viagens domésticas”, afirmou. Bull também fez uma estimativa do quanto as viagens do período deverão movimentar em termos financeiros.

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