segunda, 25 de janeiro de 2021

Economia
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Sem privatizar, PBGás atingiu marca de 12,2 mil imóveis ligados ao gás natural em 2016

Celina Modesto, do Jornal Correio / 16 de maio de 2017
Foto: Divulgação
Na iminência de ser privatizada, a Companhia Paraibana de Gás (PBGás) possui uma rede de distribuição de gás natural que está presente em 14 municípios. São 307 quilômetros de extensão que passam por João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Conde, Alhandra, Santa Rita, Bayeux, Mamanguape, Queimadas, Ingá e Caldas Brandão (Cajá), além de Guarabira, Patos e Remígio, com Gás Natural Comprimido (GNC) transportado através de carretas tipo feixe.

No fim do ano passado, a PBGás atingiu a marca de 12.256 unidades residenciais e comerciais ligadas ao gás natural em João Pessoa e Campina Grande. Segundo dados da Companhia, foram 2.050 ligações residenciais e comerciais de janeiro a novembro de 2015 e 2.117 no mesmo período do ano passado. Na Paraíba, 312 edifícios e 200 estabelecimentos comerciais estão ligados ao gás natural.

O governo do Estado detém 51% de participação na PBGás, enquanto a Gaspetro (sociedade entre a Petrobras e a empresa japonesa Mitsui) possui 24,5% de participação e a Mitsui, sozinha, detém 24,5% das ações da PBGás.

O objetivo da privatização, de acordo com o BNDES, é expandir a malha de dutos de gás natural, além de ampliar o volume de clientes e angariar recursos para os estados que estão enfrentando crise fiscal.

DISTRIBUIDORAS QUE QUEREM VENDER A PARTICIPAÇÃO:

Copergás (Pernambuco)

Gás Natural (Espírito Santo)

Sulgás (Rio Grande do Sul)

SCGás (Santa Catarina)

MSGás (Mato Gross do Sul)

PBGás (Paraíba)

Potigás (Rio Grande do Norte)

 

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