quarta, 20 de novembro de 2019
Economia
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Mulheres são as que mais registraram reclamações no Procon em 2017

Redação com assessoria / 01 de janeiro de 2018
As mulheres são as que mais registraram reclamações Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor da Paraíba (Procon-PB) em 2017, de acordo com levantamento feito pelo próprio órgão, que contabilizou 19.883 atendimentos em todo o estado este ano. Foram registradas 16.878 solicitações, além de um acréscimo de 2.997 referentes ao mutirão de renegociação de dívidas realizado entre 27 de novembro e 6 de dezembro. A maioria dos consumidores reclamantes está na faixa etária dos 31 aos 40 anos de idade.

A sede do Procon-PB tem o maior índice de resolutividade, com 95,44% dos casos. No restante do estado, o índice permanece alto: 89,65% das demandas propostas pelos consumidores foram resolvidas. Em 2015, foram 9.562 atendimentos e no ano passado o Procon-PB atendeu 13.478 consumidores. De 2016 para cá, houve um aumento de 25,46%, de acordo com dados disponibilizados pelo Sindec.

“A razão significativa nesses números reflete a maior visibilidade e divulgação do serviço que vem sendo prestado pelo Procon Paraíba. A cada dia buscamos exercer com excelência um atendimento eficaz e de qualidade a toda população paraibana”, afirmou a superintendente da autarquia, Késsia Liliana.

No meio desses números, se destacam dois tipos de atendimento: o atendimento preliminar, que compreende o quantitativo de problemas resolvidos via telefone. Isto é, o Procon-PB recebe a reclamação do consumidor e tenta resolver entrando em contato imediato com o fornecedor por telefone. Não obtendo êxito, marca-se uma audiência para resolver a demanda do consumidor. “O consumidor que procura o Procon-PB não sai sem atendimento e sem resoluções”, afirmou Késsia Liliana.

Michele Cândido, 29, atendida na sede do Procon-PB em João Pessoa, resolveu uma situação que considerava quase perdida. “Foi durante o mutirão que resolvi um problema do cartão de crédito e graças a essa iniciativa do Procon Estadual, eu e muitas pessoas voltamos a ter o nome limpo”, pontuou.

Veja os dados abaixo:

RECLAMANTES POR GÊNERO:

MULHERES: 50,81% (8.184)

HOMENS: 49,19% (7.922)

RECLAMANTES POR FAIXA ETÁRIA:

21-30: 2.255 (15,81%)

31-40: 4.421 (23,98%)

41-50: 2.769 (19,41%)

51-60: 3.612 (18,31%)

61-70: 1.897 (13,30%)

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