quarta, 23 de setembro de 2020

Economia
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Empresas investem e modernização avança na Paraíba

Érico Fabres / 13 de setembro de 2015
Foto: Assuero Lima

No clássico filme o Exterminador do Futuro, a humanidade lutava contra um futuro dominado pelas máquinas. Em Tempos Modernos, de Charles Chaplin, o homem é substituído por elas. Já na agricultura atual, a indústria faz da automação sua aliada para uma produção maior e com menos acidentes, buscando instigar o antigo trabalhador rural a se adaptar à modernidade. Ainda assim, para alguns serviços, o ser humano é fundamental, seja para comandar os equipamentos ou para auxiliá-los. Esse advento ajudou para que a cana-de-açúcar assumisse o posto que nas décadas de 50/60 foi do sisal e até os anos 90 foi do algodão, do principal produto agrícola do Estado.

Em 2013, a cana-de-açúcar foi o produto agrícola mais produzido no Estado, conforme a Pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alcançando um valor da produção de R$ 386 milhões, através de uma área de colheita de 122 mil hectares com rendimento médio de 50 toneladas por hectare.

A reportagem do Correio da Paraíba esteve na Usina Giasa/Biosev, em Pedras de Fogo (PB), de propriedade atualmente de uma multinacional francesa, para ver como funciona o convívio do homem rural com a máquina atualmente.



"Tive épocas de muito sofrimento na colheita manual, fora daqui não tínhamos área de vivência, trabalhávamos 12 horas por dia enquanto que na empresa tive a oportunidade de evoluir e lidar com as máquinas", disse Severino José da Silva, operador de máquina.



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