segunda, 18 de janeiro de 2021

Economia
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Dia da Indústria: Buega Gadelha diz que crise será superada

Fernanda Figueirêdo / 01 de junho de 2016
Foto: Chico Martins
O Sistema Indústria da Paraíba celebrou o Dia da Indústria com um almoço realizado na tarde de ontem no Palácio das Nações, em Campina Grande. Na ocasião, empresários discutiram a atual conjuntura política e o impacto da crise política e financeira que tem atingido o segmento industrial.

Instituído por decreto, no governo do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, o Dia da Indústria – 25 de maio, foi criado para homenagear o empresário Roberto Simonsen, considerado patrono da indústria brasileira.

“Na Paraíba, a data marca muitos avanços, conquistas e desafios superados. A indústria é o segmento que mais tem sofrido com a crise, mas nós não lamentamos. Eu mesmo faço o propósito de dizer que a crise não existe e que ela não foi convidada a entrar nas empresas do nosso Estado”, avaliou o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), Buega Gadelha.

 "A crise é política, a crise econômica não existe. O único problema que não tem nesse país é falta de dinheiro. O país é o décimo maior credor do Fundo Monetário Internacional". 

Buega Gadelha, Presidente da Fiep.

Investimento na credibilidade

O empresário Roberto Cavalcanti Ribeiro esteve na celebração e pontuou que os desafios enfrentados na atual conjuntura política, refletidos nos níveis de queda da economia e consequentemente da produção industrial, podem ser superados através de otimismo e trabalho. “A potencialidade econômica já existe no país. A receita para enfrentarmos a crise é, fundamentalmente, a credibilidade. Os governos precisam transmitir à população e aos investidores, internos e externos, a credibilidade”, disse.

Roberto Cavalcanti ressaltou ainda que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) está em permanente diálogo com o presidente Temer e seus ministros com o intuito de sugerir medidas para o crescimento e fortalecimento do setor industrial.

Ele considera que a mudança de Governo foi válida e necessária.

Já o vice-presidente da FIEP e diretor da Coteminas, Magno Rossi, concordou que, apesar dos desafios, o setor está lutando por reformas que vão fazer o país crescer e gerar mais emprego e renda.

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