sábado, 28 de novembro de 2020

Economia
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Consumidor de Campina Grande pagará 15,57% a mais pela cesta básica de fevereiro

Da redação com assessoria / 16 de fevereiro de 2016
Foto: Divulgação
Não é só o consumidor de João Pessoa que terá que pagar mais caro pela cesta básica. Nesta terça-feira (16), o Procon de Campina Grande divulgou uma pesquisa de preços dos itens da cesta básica de alimentos. Os dados revelaram que, neste mês de fevereiro, os consumidores pagarão 15,57% a mais, em relação ao último mês de janeiro, para adquirir os itens da cesta básica. Na Capital, a cesta básica apresentou o valor mais alto dos últimos 17 anos.

A pesquisa mostrou que, em janeiro, o preço médio da cesta básica era R$ 250,64. Neste mês, o preço médio subiu para R$ 289,63. Esse aumento indica que o consumidor que recebe um salário mínimo mensal precisará destinar 31,94% da sua renda para a compra dos itens básicos.

De acordo com os dados, os produtos que possuem maior variação de preço são o feijão (331,20%), com valores entre R$ 1,25 e R$ 5,39. Em seguida está a farinha de mandioca (109,74%), custando entre R$ 1,95 e R$ 4,09 e o frango inteiro congelado (54,42%), com preços que variando entre R$ 4,98 a R$ 7,69.

Outro produto que chamou a atenção foi o tomate, com valores entre R$ 4,69 e R$ 8,28, revelando uma economia de R$ 3,59 entre um estabelecimento e outro. Além do tomate, o quilo da batata pode ser encontrado custando de R$ 5,29 e R$ 7,49, ou seja, uma diferença de R$ 2,20.

Comparando o preço médio de cada produto, a equipe de pesquisa também constatou oito produtos que sofreram aumentos. Entre esses produtos estão o frango congelado, o açúcar e a banana. Os que se destacaram na lista foram o quilo do tomate e da batata. Em fevereiro, o consumidor está gastando 36,01% a mais na compra do quilo de tomate e 35,63% para adquirir o quilo da batata.

O Coordenador Executivo do Procon explicou que os consumidores poderão obter uma boa economia se optarem por pesquisar antes de efetuar a compra. “Observe que o consumidor poderá comprar quatro quilos de feijão no supermercado mais em conta. Enquanto quem comprar no estabelecimento mais caro comprará apenas um quilo. Detalhes, como esse, farão toda a diferença ao final das contas”, destacou Paulo Porto.

A pesquisa completa e a análise dos dados estão disponíveis na plataforma online do Procon e na sede do órgão, localizada na rua Afonso Campos, 304, no centro da cidade.

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