terça, 22 de agosto de 2017
Economia
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Call center cresce, mas não atende demanda

Érico Fabres / 15 de março de 2016
Foto: Ilustração
Mesmo vivendo um momento de crise, alguns setores continuam crescendo em meio a tantas turbulências, como é o caso dos call centers. Apesar disso, o atendimento ao consumidor vai de mal a pior. De acordo com outra pesquisa, realizada pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente, a insatisfação do consumidor para contatar um call center quase dobrou. Em 2014, 39% reclamavam da dificuldade. No ano passado, o índice saltou para 71%. A principal queixa é a demora para falar com um operador. O que mostra que hoje, onde se celebra o Dia do Consumidor, não há muitos motivos para comemorar.

Segundo um levantamento divulgado pela E-Consulting Corp, o setor nacional de contact center circulará R$ 46,1 bilhões em 2016, apenas 1,1% acima do ano anterior, com R$ 45,4 bilhões. O motivo, segundo a consultoria, pode ser tanto a crise e as incertezas do futuro quanto à redução na compra de tecnologia, normalmente realizada em dólar de parceiros estrangeiros. Já para Alexandre Diogo, presidente do Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente - ‎IBRC, o vilão do resultado negativo é o corte de empregos, “prejudicando a qualidade e agilidade do atendimento”.

Semana de acompanhamento do consumidor

Desde ontem até 18 de março, em função da semana em que se comemora o Dia Mundial do Consumidor, a Boa Vista SCPC oferece gratuitamente, por um período de um ano, o Radar Pessoal a todos os consumidores que se cadastrarem em www.meuradarpessoal.com.br. O serviço, já utilizado por milhares de brasileiros, monitora as movimentações de consultas ao CPF, registros de débitos, títulos protestados, ações cíveis e até participações societárias registradas. Além disso, se o consumidor for negativado por um credor parceiro da campanha Acertando suas Contas, poderá ser direcionado para efetuar a negociação da dívida on-line.

Ainda no quesito segurança, o Radar Pessoal revela a empresa que efetuou a negativação, e esse dado permite que o consumidor tome providências imediatas caso não reconheça a dívida, ajudando-o a evitar prejuízos maiores. “Quando o CPF do consumidor é utilizado a sua revelia, em uma ação fraudulenta e associado a um endereço errôneo, recebe o informe no ato da negativação, o que o ajuda a agir de imediato”, completa o executivo.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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