quinta, 19 de outubro de 2017
Teatro
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Cabaré do Pastoril Profano é interrompido pela justiça

Renata Escarião / 05 de abril de 2016
Foto: Divulgação
A Companhia Paraibana de Comédia ainda estuda com advogados as medidas que o grupo vai tomar com relação à interrupção da peça Cabaré do Pastoril Profano, sábado passado, em Bayeux. E dilson Alves, ator e diretor do espetáculo, afirmou que o grupo não vai se pronunciar até resolverem o que fazer, embora tenha divulgado um longo texto no Facebook.

Na noite do sábado, a apresentação no ginásio do colégio Jaime Caetano foi interrompida por oficiais de justiça que cumpriam mandado do juiz da Vara da Infância e Juventude da cidade, Antônio Rudimacy.

Segundo Edilson Alves, ator e diretor do espetáculo, a decisão pedia que adolescentes de até 16 anos, mesmo os acompanhados pelos pais, fossem retirados do local.

Após a interrupção, a produção resolveu encerrar a apresentação e devolver o dinheiro aos presentes. Em seu perfil pessoal no Facebook, Edilson reclamou: “Hoje estou me sentido o pior bandido [...].estamos vivenciando a volta da ditadura militar?”.

O diretor afirmou a reunião que teria com os advogados da companhia aconteceria no começo da semana. A reportagem tentou contato também com o juiz Antônio Rudimacy, mas as ligações não foram atendidas.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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