quinta, 04 de março de 2021

Cultura
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Silvia Pfeifer e o desafio de encarnar mito do canto lírico na peça ‘Callas’

André Luiz Maia / 10 de setembro de 2015
Foto: Divulgação
Diva-mor do canto lírico, Maria Cecilia Sofia Anna Kalogeropoulou, ou, simplesmente, Maria Callas, fez história e até hoje é aclamada como uma das maiores cantoras que já existiram. Alvo de inúmeras homenagens, ela recebe mais uma, agora através do teatro. O espetáculo Callas, estrelado por Silvia Pfeifer e Cássio Reis, passa hoje por Campina Grande e amanhã e sábado é apresentado em João Pessoa.

Nos bastidores, outra surpresa: a direção do espetáculo fica por conta da grande Marília Pêra, que leva toda sua experiência – que inclui a interpretação da própria Callas, no espetáculo Master Class, de 1996 – para a parte de trás das cortinas. “Quando Marília me convidou, eu aceitei a proposta na hora. Assim que desliguei, entrei em pânico! Pensei: ‘Um espetáculo sobre Callas, dirigido por Marília Pêra, no que eu fui me meter?’”, confidencia Pfeifer.

Para contar a história, o dramaturgo Fernando Duarte tomou uma licença poética. Somos transportados a Paris, no dia 15 de setembro de 1977, um dia antes do falecimento de Callas, para presenciarmos o encontro da cantora com o jornalista e amigo John Adams (aqui interpretado por Cássio Reis).

“O encontro nunca aconteceu. O Fernando utiliza esse recurso para poder nos apresentar a história da Maria. É um espetáculo rápido, de uma hora, que não segue uma cronologia, guiado pelas memórias da personagem”, explica.

Leia mais na edição desta quinta-feira (10) do Jornal Correio da Paraíba. 

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