segunda, 18 de janeiro de 2021

Show
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Campus Festival reúne várias atrações neste sábado em João Pessoa

André Luiz Maia / 29 de abril de 2017
Foto: Divulgação
Graças à repercussão das duas edições anteriores, o Campus Festival entra em sua terceira edição como o maior festival universitário do Norte-Nordeste do país e, além das diversas atrações em vários campos, destaca-se a música. Hoje é o dia dos shows, com a banda paraibana Seu Pereira e Coletivo 401, Maneva, BaianaSystem e o cantor e compositor Humberto Gessinger.

Gessinger retorna à Paraíba com sua nova turnê, Desde Aquele Dia – 30 anos de A Revolta dos Dândis. No palco, o artista toca baixo e teclados e é acompanhado pelos músicos Rafa Bisogno (bateria e percussão) e Nando Peters (guitarra e violão). Será reproduzido na íntegra o repertório do disco A Revolta dos Dândis, o segundo do Engenheiros do Hawaii, de 1987. Além da faixa-título, o disco traz dois grandes hits da banda gaúcha na qual Gessinger alcançou a fama: "Terra de gigantes" e "Infinita highway".

Essa performance também trará novidades. Além de "O que você faz à noite?", uma versão da original do Barão Vermelho, também tem "Alexandria" (parceria com Tiago Iorc, registrada no disco de Iorc, Troco Likes, de 2015), "Olhos abertos" (de Gessinger com o grupo Capital Inicial, que a lançou em Todos os Lados, 1989), e três músicas de seu EP mais recente, Desde Aquela Noite (2017).

Baianos. Vinda da Bahia, BaianaSystem apresenta o repertório do elogiado disco Duas Cidades, eleito por alguns críticos um dos melhores discos do ano passado. O núcleo do grupo consiste na parceria entre a guitarra baiana de Roberto Barreto, os vocais e as composições de Russo Passapusso e as linhas de baixo de Seko Bass.

Por ser um "sistema de som", BaianaSystem conta com uma configuração dinâmica, contando com participações de DJs e produtores como João Beirelles e Mahal Pitta, além dos percussionistas Ícaro Sá e JapaSystem.

Em termos gerais, a proposta é unir os sons mais tradicionais da Bahia com batidas contemporâneas, apresentando um novo som, que transita por ritmos como samba-reggae, axé, pagode, groove arrastado, frevo, ijexá, kuduro, reggae, dub, dentre outros.

Graças à internet, o principal veículo de divulgação do grupo, eles vêm surpreendendo, especialmente por não contarem com uma grande gravadora para dar apoio. Durante os dois últimos carnavais em Salvador, BaianaSystem conseguiu arrastar multidões em seus blocos, o que chamou a atenção em um tempo de crise na indústria musical baiana.

Eles conseguiram recentemente, integrar a campanha de divulgação de uma marca internacional de smartphones com uma versão de “Eu quero é botar meu bloco na rua”, canção originalmente lançada em 1973 por Sérgio Sampaio, em parceria com a também baiana Yzalú.

Rompendo as fronteiras nacionais, a trupe chegou a festivais como New Orleans Jazz Festival, Global Fest e Brasil Summer Fest, nos Estados Unidos, Fujirock, no Japão, além de passagens por Rússia, Dinamarca, China e França.

Prata da casa. A paraibana Seu Pereira e Coletivo 401 apresenta as canções de seu segundo disco de inéditas, Eu Não Sou Boa Influência pra Você. Originalmente previsto para ser lançado em outubro do ano passado, o álbum foi postergado e deve ser lançado no meio do ano.

Logo no início do show, dá para conferir algumas das canções inéditas, já apresentadas ao vivo durante outros shows da banda pela cidade, como "Gotham City love", "Otário", "Fique bem, fique linda", "Bicho solto" e "Até ontem".

Campus Festival – shows

Hoje, às 17h.

Espaço Cultural (R. Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa).

Ingressos: R$ 160 (frontstage/ inteira), R$ 80 (frontstage/ meia e social), R$ 100 (pista/ inteira), R$ 50 (pista/ meia e social), R$ 130 (camarote), à venda na bilheteria e pela internet (https://www.sympla.com.br).

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