quinta, 04 de março de 2021

Cultura
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Paulo Rezzutti conclui sua trilogia sobre o Primeiro Reinado com ‘D. Pedro

Kubitschek Pinheiro / 14 de outubro de 2015
Foto: Divulgação
Depois de Titília e o Demonão: Cartas Inéditas de d. Pedro I à Marquesa de Santos e Domitila, a Verdadeira História da Marquesa de Santos, o escritor e historiador Paulo Rezzuti fecha a trilogia com D. Pedro – A História Não Contada: O Homem Revelado por Cartas e Documentos Inéditos. “O livro apresenta uma imagem menos maniqueísta de um dos maiores estadistas que o Brasil já teve”, duiz o autor.

De cara, o livro traz um Dom Pedro dono de uma sexualidade exacerbada. “A questão da sexualidade dele está abordada de maneira mais séria do que encontramos em outras obras. Consegui, com especialistas, um estudo que fala que o furor sexual de D. Pedro poderia estar relacionado a um tipo específico de epilepsia”, diz.

As cartas trazem revelações como o fato de ele sentir muita falta da imperatriz Leopoldina, sete anos após a morte dela, em uma carta para o José Bonifácio. “Tem gente que teima em dizer que, pelo fato de ele ser infiel, ele não a amava. Isso é bobagem. Outro fato interessantíssimo é a relação dele com os filhos que ficaram no Brasil após o exílio dele para a Europa. Por carta, ele tentava incentivar os filhos, quer legítimos, quer bastardos, a estudarem”, conta o autor.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba. 

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