domingo, 09 de maio de 2021

Cultura
Compartilhar:

O programa ‘Minha Loja de Discos’ estreia hoje sua terceira temporada

André Luiz Maia / 06 de setembro de 2015
Foto: Divulgação/Internet
Hoje, às 19h30, o canal fechado Bis inicia a terceira temporada do programa Minha Loja de Discos, que tem como principal missão investigar os bastidores de lojas de discos e, consequentemente, as cenas musicais do mundo inteiro. São apresentadas desde as lendárias lojas europeias até três lojas brasileiras, a exemplo da Tropicália, no Rio de Janeiro.

Aqui na Paraíba, pelo menos duas lojas do gênero continuam resistindo: a Música Urbana, localizada no Centro da João Pessoa, próximo da Praça Rio Branco, e a Oliver Discos, na Avenida Ruy Carneiro, em Manaíra.

Em um mundo com centenas de possibilidades para audição de música através da internet, como o YouTube, Spotify, iTunes, Soundcloud e afins, o senso comum diz que as lojas de discos se encontram em ritmo de extinção quase que certo. Contudo, há alguns anos, o cenário parece estar mudando.

Depois de rodar o Reino Unido e Estados Unidos nas temporadas anteriores, a terceira temporada do Minha Loja de Discos registra a produção musical de países como Alemanha, Islândia, França, Israel, Suécia, Líbano, Portugal e França. Além disso, também aborda pela primeira vez o Brasil.

A decisão de incluir o nosso país nesta temporada, ao invés de reservá-lo para uma temporada própria, partiu de uma indecisão dos produtores. “Ficamos em dúvida se poderíamos fazer 13 episódios no Brasil, com 13 lojas diferentes. Por nossa música, isso seria totalmente possível, mas nossas lojas sumiram do mapa. Decidimos fazer três bem diferentes uma da outra”, conta Rodrigo Pinto, um dos diretores da atração.

Em São Paulo, foram registradas as lojas Casa Brasilis e Baratos Afins. No Rio de Janeiro, a histórica Tropicália, sediada no Centro do Rio de Janeiro. “A Tropicália é uma loja escondida, de colecionadores, mas que sempre foi adorada por músicos que não abandonaram o vinil. E fica no centro do Rio, que é um lugar mais democrático do que a praia, pontua Rodrigo.

Leia mais na edição deste domingo (6) do Jornal Correio da Paraíba. 

Relacionadas