sábado, 23 de janeiro de 2021

Música
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Orquestra Castro Alves mostra resultados de projeto que une música e educação

André Luiz Maia / 15 de novembro de 2015
Foto: LENON REIS/DIVULGAÇÃO
Utilizar a música como uma ferramenta de transformação não é novidade. Na Paraíba, temos o Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima) e um braço do programa Ação Social pela Música do Brasil. Hoje, os paraibanos poderão conferir a performance de uma “prima” – sem trocadilhos – baiana, a Orquestra Castro Alves (OCA), fruto do Núcleo Estadual de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba).

Os 90 músicos que compõem a OCA ensaiam diariamente no Teatro Castro Alves, em Salvador, sob o olhar atento e a orientação dos integrantes da Orquestra Juvenil da Bahia, que repassa os conhecimentos adquiridos para os iniciantes. Durante a turnê, que passa pelas principais cidades do Nordeste, o grupo é liderado pelo maestro e percussionista Cássio Bitencourt.

De Arturo Márquez, Alberto Ginastera, Oscar Lorenzo Fernández a Maestro Duda, o repertório do concerto de logo mais cobre o trabalho de compositores latino-americanos, mas também recorre a clássicos europeus, como Tchaikovsky, Shostakovich e Jean Sibelius, totalizando oito peças sinfônicas, de diversas épocas e estilos, buscando mostrar a versatilidade dos alunos. “A escolha desse repertório faz parte de uma proposta didática e pedagógica, tanto para os músicos, quanto para a plateia, levar a música do mundo para eles”, conta o maestro.

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