quarta, 25 de novembro de 2020

Música
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Lucy Alves e Zé Katimba falam sobre o enredo de 2016 da Imperatriz

André Luiz Maia / 22 de novembro de 2015
Foto: Leandro Ribeiro/ Divulgação
É samba que eles querem? Lucy Alves tem. É sertanejo que eles querem? Também. Da nova geração da música nordestina, a cantora e compositora paraibana se viu, em um período de poucos meses, envolvida nesses dois universos à parte do baião pelo qual é mais conhecida. Ela canta a primeira parte do samba da Imperatriz Leopoldinense, eleito pela escola para o Carnaval de 2016 e que tem, entre seus compositores, o paraibano Zé Katimba. E ela acabou convidada pelo presidente para puxar o samba na avenida.

“Normalmente, a mulher canta uma oitava acima do homem, o que acabava deixando um dos lados em desequilíbrio, mas Lucy consegue cantar na mesma região que os meninos de maneira confortável. É um fenômeno”, comentou Katimba ao CORREIO por telefone.

Lucy vem se preparando para dar conta do recado. “É um desafio, pois é uma dinâmica de apresentação diferente do que estou acostumada, mas venho treinando bastante para puxar o samba-enredo”, comenta. Além de cantar, ela também estará ao lado de sua companheira inseparável, a sanfona. “Será um momento muito importante para a minha carreira. E, como eu sempre digo, adoro um desafio”, completa.

O samba já teve sua primeira vitória: foi eleito no dia 14, pelo júri do jornal carioca O Dia, como o melhor feito para o Carnaval 2016. O samba-enredo “É o amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim – Do sonho do caipira nascem dois filhos do Brasil” é composição de Adriano Ganso, Jorge do Finge, Moisés Santiago, Aldir Senna e de Zé Katimba – o único fundador vivo da Imperatriz – e é uma homenagem a Zezé di Camargo & Luciano.

Leia a reportagem completa no jornal Correio da Paraíba

 

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