sexta, 27 de novembro de 2020

Música
Compartilhar:

Francis Hime lança show comemorando seus 50 anos de carreira

Kubitschek Pinheiro / 26 de dezembro de 2015
Foto: Arquivo
“Boa noite meus amigos, Navega Ilumina, com a luz de Oxalá, a felicidade não vai se acabar, e a minha felicidade é maior ainda de estar aqui com os meus queridos companheiros de palco...”. É assim que Francis Hime abre seu show comemorativo aos 50 anos de música no Teatro Tom Jobim, no Rio de Janeiro na gravação do CD e DVD Navega ilumina.

O DVD traz 21 músicas, mais extras com 13 canções e participações da sua mulher Olivia Hime, Cristina Braga e Claudio Cruz e mais extras em estúdio com Flávio marinho, Geraldo Carneiro e Nelson Motta. No CD, apenas 16 canções.

“Fiquei muito satisfeito e realizado com o resultado desse trabalho. Gravamos no Teatro Tom Jobim e lançamos na Sala Cecília Meireles. Nem sei dizer o que foi mais bonito, pois, no lançamento repetimos a mesma emoção da gravação com todos juntos”, comentou Francis ao CORREIO pelo telefone.

Depois de cantar “Sem mais adeus” (dele e de Vinicius de Moares), ele conta a história dessa canção, quando o Poetinha chega num final de tarde num bar na zona sul no Rio com os versos escritos. “Com uma letrinha num guardanapo. Ali nascia nossa primeira parceria. Passados 50 anos eu encontro outro manuscrito dele, outra letra ali, e tinha a margem do poema um aviso: 'Para Francis fazer a música'. E eu fiz na hora”, lembra. A canção que ele se refere é "Maria da luz", que ele toca com Cristina Braga na harpa.

O show segue até ele chamar o segundo convidado, Claudio Cruz, com quem toca “Fantasia para violino e orquestra”. “Eu gosto muito dessas duas participações e essas canções são lindas. Fiz para homenagear minhas netas Cecília e Isabel. É uma emoção atrás da outra”, resume.

Francis tem muitos trabalhos ao vivo. Almamúsica (2011), com a mulher Olivia, Ayres e Hime - Concertino para Percussão o Concerto para Violão (2010), O Tempo das Palavras... Imagem (2010), Brasil Lua Cheia (2005), o DVD Sinfonia do Rio de Janeiro (2001) e outros, mas disse que ainda hoje rola muita adrenalina no dia da gravação. “Ao vivo a adrenalina é bem maior, tudo tem que ser feito num dia só e platéia ali, a expectativa, mas a gente agüenta”.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

Relacionadas