terça, 13 de abril de 2021

Música
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Banda paraibana Dead Nomads apresenta CD ‘Killing Time’ nesse sábado

Clóvis Roberto / 28 de setembro de 2017
Foto: Divulgação
O rock feito na Paraíba ganha mais um capítulo sábado, às 21h, no Geek's Pub, em Tambaú, em João Pessoa . Trata-se do lançamento oficial do CD Killing Time (Tempo de Matar) da banda paraibana Dead Nomads, que já está na estrada há mais de 20 anos.

O novo trabalho apresenta 11 canções, sendo três em português e as demais em inglês, que viajam por temas abstratos e do cotidiano das pessoas. Do disco Killing Time, o Dead Nomads disponibilizou nas redes sociais algumas das novas músicas, como “Zombies, Vampires, Monsters and Gosths”, “I Know” e a recauchutada “Tanto Faz” música do single “Siga Adiante”. As composições geralmente são melodias do guitarrista Rubem Cacho e do baixista Degner Queiroz e as letras do vocalista Marcel Bruno e participação do baterista Junior Punk. O resultado: puro rock.

Os fãs do rock que queiram conhecer Killing Time podem encontrar o CD em lugares alternativos como Música Urbana, General Store, Óliver Discos, Café da Usina e durante os shows do Dead Nomads. O trabalho será distribuído em breve no mercado fonográfico tradicional e nas plataformas digitais. “Logo resolveremos as questões burocráticas para disponibilizar em grandes lojas da região e de fora, como também nas plataformas digitais, e os detalhes para adquirir em nossas redes sociais as pessoas terão melhores informações”, explica o baixista Degner Queiroz.

O projeto do CD Killing Time foi selecionado pelo Fundo de Incentivo à Cultura Augusto dos Anjos do Governo do Estado. Os alimentos arrecadados pela Dead Nomads durante o show lançamento do CD Killing Time serão doados para o Hospital Padre Zé. Trajetória. A banda Dead Nomads surge em 1992. De início, os integrantes se propunha a fazer covers do legendário grupo Ramones. O passo para a produção autoral foi dado em 1996, com influências de estilos punk rock, hardcore, surf music e do grunge. Com isso surgiram as demos tampes Desolation (1998) e Killing Speed and Melody (1999). Depois, veio o convite para a participação em uma coletânea de HC do Nordeste Farinha Hardcore e Rapadura (1999). No ano seguinte, a banda lança o Tocando os Ossos num Dia de Cão, que foi ótima repercussão e levou a banda a ganhar espaço no cenário nacional do estilo, chegando a lançar um CD exclusivo para o estado do Rio Grande do Norte, intitulado de Resposta (2002) através de um selo de Natal.

Viagem começa na capa

O disco Killing Time já chama atenção pela capa, assinada pelo artista Igor Tadeu, que ouviu as músicas do CD e ficou livre para criar. O resultado foi um belo trabalho artístico que refl ete a sonoridade e o conceito do Dead Nomads. Com um fundo vermelho, a capa apresenta um homem de perfil vestido de terno, gravata e com bigode antigo fumando um cachimbo com engrenagens de um relógio dentro da cabeça, refletindo aspectos de modernidade e antiguidade, como fio condutor dessa viagem que é a vida, que não deixa de ser musical também. “Deixamos o já parceiro, o artista Igor Tadeu livre, passamos os áudios de todas as músicas do disco para ele se inspirar no conceito do disco, e deu esse resultado do disco Killing Time que mexe muito entre o novo e o velho, entre outras ideias”, conta Degner. A capa lembra discos icônicos de álbuns de bandas como o Pink Floyd em The Division Bell e The Delicate Sound of Thunder; Rush com Fly By Night; e Nivarna com Nevermind.

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