sexta, 22 de janeiro de 2021

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Jonathan Demme, diretor de ‘O Silêncio dos Inocentes’, morre aos 73 anos

Renato Félix / 27 de abril de 2017
Foto: Divulgação
Não é qualquer diretor que deixa um legado cinematográfico como O Silêncio dos Inocentes (1991), até hoje o último dos três únicos filmes que conseguiram os cinco principais Oscars (fime, direção, ator, atriz e roteiro). Esse é o auge do currículo de Jonathan Demme, diretor americano que morreu ontem, aos 73 anos, em Nova York. Ele sofria de câncer no esôfago e doenças cardíacas.

Demme começou a dirigir longas nos anos 1970, mas alcançou reconhecimento nos anos 1980 graças a comédias como Totalmente Selvagem (1986), com Melanie Griffth, e De Caso com a Máfia (1988), com Michelle Pfeiffer.

Ao mesmo tempo, havia sua ligação com a música, como diretor de clipes e do documentário Stop making Sense (1984), com os Talking Heads. Neil Young também foi tema de dois documentários dirigidos por Demme.

Depois do suspense O Silêncio dos Inocentes, ele dirigiu o drama Filadélfia (1993), que deu a Tom Hanks seu primeiro Oscar de melhor ator.

Seu ritmo de filmagem não era tão intenso e passava alguins anos entre um longa e outro. Em 2004, veio o suspense político Sob o Domínio do Mal, refilmagem de um sucesso dos anos 1960. Dois anos depois, dirigiu Anne Hathaway em O Casamento de Rachel.

Seu filme mais recente foi com Meryl Streep: Ricki and the Flash - De Volta para Casa (2015).

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