terça, 16 de julho de 2019
Literatura
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Flip se democratiza e a programação se torna tão atraente quanto os debates oficiais

André Luiz Maia, De Paraty, RJ / 03 de julho de 2016
Foto: Mariana Vergara/ divulgação
A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) ganha contornos cada vez mais democráticos. Sua 14ª edição, que termina hoje, só reafirma a sensação de todos que já vieram várias vezes ao evento: ele é muito maior do que simplesmente as atividades centradas na Tenda dos Autores.

Como peça centralizadora, as discussões nas mesas oficiais deram a tônica de todo o evento, que este ano teve um olhar especial voltado para a poesia. O motivo evidente é sua homenageada, a poeta Ana Cristina César.

Na programação oficial, as poetas contemporâneas Annita Costa Malufe, Laura Liuzzi e Marília Garcia se reuniam na mesa “A teus pés” para salientar a importância de uma figura como Ana Cristina César no centro da discussão de um evento como a Flip em um tempo de discussões sobre representatividade feminina.

Ao mesmo tempo, as escritoras Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves, Andrea Del Fuego, Roberta Estrela D’Alva e Maria Valéria Rezende – nossa representante da Paraíba – incendiavam um debate no Espaço Itaú Cultural de Literatura, na programação paralela, sobre as lacunas que festivais do gênero ainda precisam preencher no quesito da diversidade e da pluralidade de vozes.

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