terça, 21 de novembro de 2017
Cultura
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Extravagante, Zaha Hadid foi grande estrela da arquitetura

Folhapress/ De São Paulo / 02 de abril de 2016
Foto: Divulgação
Extravagante como as curvas e os ângulos dramáticos de suas construções, a arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid morreu quinta, aos 65, depois de sofrer um ataque cardíaco. Ela estava internada num hospital em Miami para se tratar de uma bronquite.

Um dos nomes mais celebrados e ao mesmo tempo polêmicos da arquitetura contemporânea, emblema da era dos chamados “starchitects”, Hadid se radicou em Londres e despontou no cenário europeu nos anos 1990, ganhando o mundo mais tarde com obras de plasticidade contundente.

Essa linguagem acabou consagrada em 2004, quando Hadid se tornou a primeira mulher a vencer o prêmio Pritzker, uma espécie de Nobel ou Oscar da arquitetura.

Sua geometria orgânica, de formas que parecem se chocar umas com as outras sempre num equilíbrio precário, lembra as curvas de Oscar Niemeyer, só que turbinadas pela pirotecnia do desenho à base de iMacs ultrapoderosos.

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