sexta, 27 de novembro de 2020

Cinema
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Viagem no tempo: Cinquenta anos de história do Cinema

Renato Félix / 03 de fevereiro de 2016
Foto: Arquivo
Se você estivesse em 1966 e fosse ao cinema, o que iria assistir? A sétima arte estava numa espécie de idade da razão: uma transição em curso de clássico para moderno, filmes revisionistas, contestadores, arriscados ao redor do mundo.

O Brasil vivia a efervescência do cinema novo, enquanto a ditadura militar que havia assumido o poder dois anos antes não endurecia de vez, dois anos depois. A França assistia aos dois principais nomes da nouvelle vague – François Truffaut e Jean-Luc Godard – começarem a ganhar direção diferentes. A Itália se dividia entre o cinema político, a comédia e o faroeste-espaguete que, celebrizado por Sergio Leone, começava a ganhar outros diretores.

Hollywood, por sua vez, procurava novos caminhos. Enquanto uma de suas atrizes mais lindas deixava a beleza de lado por uma composição de personagem que a levaria ao segundo Oscar (Elizabeth Taylor), outra musa começava a surgir (Raquel Welch). Como melhor filme de 1966, a Academia acabou premiado uma obra de um americano feita na Inglaterra: O Homem que Não Vendeu Sua Alma, de Fred Zinnemann, hoje menos lembrado que outras obras suas.

Veja nesta página os principais momentos do cinema em 1966, com a data de estreia de cada filme entre parênteses.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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