quinta, 03 de dezembro de 2020

Cinema
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Veja os filmes que entraram na lista dos 100 melhores de todos os tempos

Assessoria / 27 de novembro de 2015
Foto: Divulgação
Único longa-metragem dirigido por Mario Peixoto e apresentado pela primeira vez em 1931, “Limite” é o melhor filme brasileiro de todos os tempos, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), que contou com a participação de 100 críticos e jornalistas especializados do país.

Em segundo lugar aparece “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), de Glauber Rocha, um dos filmes mais importantes do movimento do Cinema Novo. “Vidas Secas”, de Nelson Pereira dos Santos, baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos, lançado em 1963, fecha o pódio brasileiro, na terceira posição.

A lista não se limitou aos longas, com “Ilha das Flores” (1989), de Jorge Furtado, sendo o curta mais votado, ocupando a 13ª colocação. Também não houve distinção entre ficção e documentário, gênero que tem em “Cabra Marcado para Morrer” (1984), de Eduardo Coutinho, o seu representante melhor ranqueado, no quarto posto.

Ranking da Abraccine



  1. Limite (1931), de Mario Peixoto


  2. Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha


  3. Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos


  4. Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho


  5. Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha


  6. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla


  7. São Paulo S/A (1965), de Luís Sérgio Person


  8. Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles


  9. O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte


  10. Macunaíma (1969), de Joaquim Pedro de Andrade


  11. Central do Brasil (1998), de Walter Salles


  12. Pixote, a Lei do Mais Fraco (1981), de Hector Babenco


  13. Ilha das Flores (1989), de Jorge Furtado


  14. Eles Não Usam Black-Tie (1981), de Leon Hirszman


  15. O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho


  16. Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho


  17. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho


  18. Bye Bye, Brasil (1979), de Carlos Diegues


  19. Assalto ao Trem Pagador (1962), de Roberto Farias


  20. São Bernardo (1974), de Leon Hirszman


  21. Iracema, uma Transa Amazônica (1975), de Jorge Bodansky e Orlando Senna


  22. Noite Vazia (1964), de Walter Hugo Khouri


  23. Os Fuzis (1964), de Ruy Guerra


  24. Ganga Bruta (1933), de Humberto Mauro


  25. Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci


  26. A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1968), de Roberto Santos


  27. Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos


  28. Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho


  29. Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos


  30. Tropa de Elite (2007), de José Padilha


  31. O Padre e a Moça (1965), de Joaquim Pedro de Andrade


  32. Serras da Desordem (2006), de Andrea Tonacci


  33. Santiago (2007), de João Moreira Salles


  34. O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969), de Glauber Rocha


  35. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro (2010), de José Padilha


  36. O Invasor (2002), de Beto Brant


  37. Todas as Mulheres do Mundo (1967), de Domingos Oliveira


  38. Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Julio Bressane


  39. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto


  40. Os Cafajestes (1962), de Ruy Guerra


  41. O Homem do Sputnik (1959), de Carlos Manga


  42. A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral


  43. Sem Essa Aranha (1970), de Rogério Sganzerla


  44. SuperOutro (1989), de Edgard Navarro


  45. Filme Demência (1986), de Carlos Reichenbach


  46. À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964), de José Mojica Marins


  47. Terra Estrangeira (1996), de Walter Salles e Daniela Thomas


  48. A Mulher de Todos (1969), de Rogério Sganzerla


  49. Rio, Zona Norte (1957), de Nelson Pereira dos Santos


  50. Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach


  51. A Margem (1967), de Ozualdo Candeias


  52. Toda Nudez Será Castigada (1973), de Arnaldo Jabor


  53. Madame Satã (2000), de Karim Ainouz


  54. A Falecida (1965), de Leon Hirzman


  55. O Despertar da Besta – Ritual dos Sádicos (1969), de José Mojica Marins


  56. Tudo Bem (1978), de Arnaldo Jabor (1978)


  57. A Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha


  58. Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles


  59. O Grande Momento (1958), de Roberto Santos


  60. O Lobo Atrás da Porta (2014), de Fernando Coimbra


  61. O Beijo da Mulher-Aranha (1985), de Hector Babenco


  62. O Homem que Virou Suco (1980), de João Batista de Andrade


  63. O Auto da Compadecida (1999), de Guel Arraes


  64. O Cangaceiro (1953), de Lima Barreto


  65. A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Junior


  66. O Caso dos Irmãos Naves (1967), de Luís Sérgio Person


  67. Ônibus 174 (2002), de José Padilha


  68. O Anjo Nasceu (1969), de Julio Bressane


  69. Meu Nome é... Tonho (1969), de Ozualdo Candeias


  70. O Céu de Suely (2006), de Karim Ainouz


  71. Que Horas Ela Volta? (2015), de Anna Muylaert


  72. Bicho de Sete Cabeças (2001), de Laís Bondanzky


  73. Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda


  74. Estômago (2010), de Marcos Jorge


  75. Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes


  76. Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira


  77. Pra Frente, Brasil (1982), de Roberto Farias


  78. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1976), de Hector Babenco


  79. O Viajante (1999), de Paulo Cezar Saraceni


  80. Anjos do Arrabalde (1987), de Carlos Reichenbach


  81. Mar de Rosas (1977), de Ana Carolina


  82. O País de São Saruê (1971), de Vladimir Carvalho


  83. A Marvada Carne (1985), de André Klotzel


  84. Sargento Getúlio (1983), de Hermano Penna


  85. Inocência (1983), de Walter Lima Jr.


  86. Amarelo Manga (2002), de Cláudio Assis


  87. Os Saltimbancos Trapalhões (1981), de J.B. Tanko


  88. Di (1977), de Glauber Rocha


  89. Os Inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade


  90. Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1966), de José Mojica Marins


  91. Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia


  92. Chuvas de Verão (1977), de Carlos Diegues


  93. Dois Córregos (1999), de Carlos Reichenbach


  94. Aruanda (1960), de Linduarte Noronha


  95. Carandiru (2003), de Hector Babenco


  96. Blá Blá Blá (1968), de Andrea Tonacci


  97. O Signo do Caos (2003), de Rogério Sganzerla


  98. O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006), de Cao Hamburger


  99. Meteorango Kid, Herói Intergalactico (1969), de Andre Luis Oliveira


  100. Guerra Conjugal (1975), de Joaquim Pedro de Andrade (*)


  101. Bar Esperança, o Último que Fecha (1983), de Hugo Carvana (*)




(*) Empatados na última colocação, com o mesmo número de pontos.

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