quinta, 21 de janeiro de 2021

Cinema
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‘A travessia’ recria em 3D o feito do francês que atravessou torres gêmeas

Renato Félix / 08 de outubro de 2015
Foto: Arquivo
Em 1974, o francês Philippe Petit colocou na cabeça que tinha que realizar um feito tão extraordinário quanto perigoso: atravessar de uma torre a outra do World Trade Center lá no alto, andando sobre um cabo. Soa como uma absurda história fictícia, daquelas que só teria lugar no cinema, mas aconteceu mesmo. Foi até tema do documentário O Equilibrista (2008), vencedor do Oscar da categoria. Agora a história é recontada em um novo filme, com atores e dirigido por Robert Zemeckis: A Travessia, que estreia hoje em João Pessoa e Campina Grande.

Zemeckis que tem grandes serviços prestados ao cinema de entretenimento. É, por exemplo, o diretor da trilogia De Volta para o Futuro. Por algum tempo se dedicou a explorar as possibilidades da captura em movimento, resultando em filmes que não foram além do razoável. Mas, com O Voo, voltou aos filmes com atores em cena.

Mas mesmo com atores, Zemeckis sempre foi diretor de técincas de filmagem complexas (colocou atores e desenhos animados para contracenar em Uma Cilada para Roger Rabbit, inseriu Tom Hanks em vídeos históricos em Forrest Gump...). Em A Travessia, o diretor viu a oportunidade de explorar as possibilidades do 3D, efeito na maioria das vezes usado de maneira fuleira, só para atirar objetos na tela ou apontar coisas para o espectador. Para começar, o filme não é “convertido para 3D”, mas feito em 3D para realçar a sensação vertiginosa da altura.

Leia mais no Jornal Correio da Paraíba.

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